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Por Sérgio Rodas

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Aquecimento do mercado

Mattos Filho lidera assessoria em fusões e aquisições no 2º trimestre

A banca Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados liderou a lista dos principais assessores jurídicos do 2º Trimestre de 2017. O escritório é o primeiro colocado na comparação do número total de transações e dos valores totais dessas operações. Os dados são da Transactional Track Record (ITR) e da LexisNexis.

Entre abril e junho de 2017, o escritório atuou em 25 operações, que totalizaram mais de R$ 23 bilhões. Em segundo lugar está o Pinheiro Neto Advogados, com 20 transações que somaram R$ 15 bilhões no segundo trimestre deste ano. Porém, se o número de negócios firmados for considerado como fator de classificação, o posto é ocupado pelo Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, com 23 atuações que totalizaram mais de R$ 8 bilhões.

Já a terceira colocação pertence ao Vieira Rezende Advogados — se o fator de comparação for o valor das transações (R$ 12,5 bilhões em três fusões ou aquisições). Por outro lado, se o dado analisado for o total de operações, a banca que ocupa a terceira posição é o Pinheiro Neto Advogados.

Confira as principais bancas que atuaram em fusões e aquisições no 2º trimestre de 2017:

Banca Lista por R$ (milhão)
Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga AdvogadosR$ 23.618,21
Pinheiro Neto AdvogadosR$ 15.733,95
Vieira Rezende AdvogadosR$ 12.530,00
TozziniFreire AdvogadosR$ 9.322,82
Demarest AdvogadosR$ 9.192,78
Machado, Meyer, Sendacz e Opice AdvogadosR$ 8.497,50
Lefosse AdvogadosR$ 6.511,64
Barbosa, Müssnich, AragãoR$ 6.300,00
Trindade Sociedade de AdvogadosR$ 6.300,00
Lobo de Rizzo AdvogadosR$ 6.020,25
Banca Total de operações
Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados25
Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados23
Pinheiro Neto Advogados20
Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados16
TozziniFreire Advogados15
Veirano Advogados14
Lefosse Advogados12
Lobo de Rizzo Advogados12
Demarest Advogados11
Barbosa, Müssnich, Aragão9

Dados semestrais
No primeiro semestre de 2017, o mercado de fusões e aquisições brasileiro movimentou R$ 140,5 bilhões. Foram registradas no período 513 transações. Segundo a TTR, esse montante representa um crescimento de 175%.

Ainda de acordo com a companhia, o Brasil, nos seis primeiros meses de 2017, foi o país com maior número de transações domésticas da América Latina, totalizando de 349 operações. Já entre abril e junho, continua o relatório, foram 245 transações, que representam um crescimento de 4,7% se comparado ao ano passado.

A maior parte dos negócios comprados no Brasil foram adquiridos por empresas dos Estados Unidos, com o saldo de 35 transações e investimento de R$ 12,3 bilhões no primeiro semestre de 2017. Na sequência, por número de operações, estão França e Alemanha.

Além disso, a maior transação do trimestre na América Latina ocorreu em território brasileiro: a aquisição da Nova Transportadora do Sudeste (NTS) pela Brookfield Asset Management por R$ 13,2 bilhões.

Apesar dos números sobre fusões e aquisições, o poder de compra do Brasil no exterior é inferior ao de Chile e México. Esses dois países fizeram mais operações no exterior — 20 e 33, respectivamente — do que o Brasil, que somou 19 transações no semestre.

O número de desinvestimentos estrangeiro em empresas brasileiras chegou a 39, o dobro dos demais países da América Latina.

*Notícia alterada às 12h29 do dia 11 de julho de 2017 para correção de informações.

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Revista Consultor Jurídico, 10 de julho de 2017, 15h26

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