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Por Leonardo Léllis

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Poder da concisão

Juíza manda BB reduzir número de páginas em defesa de ação trabalhista

Ao receber uma peça de defesa com 113 páginas do Banco do Brasil em um processo trabalhista, a juíza Elisangela Smolareck se viu irritada. A julgadora da 5ª Vara do Trabalho de Brasília determinou que a instituição financeira reapresente suas considerações em cinco dias. Só que, desta vez, com um documento que tenha no máximo 30 páginas.

Smolareck disse que o calhamaço do BB é um desrespeito ao Judiciário, que já está abarrotado de processos. "A arte de escrever importa também em se saber condensar o que é realmente importante e útil ao leitor, no presente caso, ao advogado da parte contrária e ao julgador”, disse a juíza na decisão.

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Revista Consultor Jurídico, 16 de agosto de 2017, 12h40

Comentários de leitores

13 comentários

A grama do vizinho...

advrofgo (Professor Universitário - Empresarial)

Os comentários me lembram a estória quando prendem seu vizinho. Era só seu vizinho. Depois, retornaram, e pegaram a família dele. Era a família dele. Hoje vieram me buscar... A ampla defesa é base da CF. E base do Direito. Pouca importa se repetitiva. Ao magistrado é dado o direito de ignorar em formação de juízo. Não limitar. E usar a pena como coação. Eu defendo o livre expressar. Seja por direito, seja por necessidade. Escrever faz bem. ler também. Se traduz em reflexão. Aquelas empresas que procrastinam, que repetem peças longas sem conteúdo, trazem per si a desvalorização. Jamais serão sérias. Porém, defendo o direito de escreverem o que for na defesa de direito do cliente. A juíza se demonstra cada dia mais juíza e menos magistrada. De magister. Pena. Respeito ao diferente. Mesmo que seja longo. Mesmo que seja repetitivo. É dever o livre expressar. Limitar, é censura. E censura é violência. Nunca se justifica.

iludid

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Veio em boa hora. Isso, é comum nas empresas públicas entre outras do seu governo do seu Brasil. Uma vergonha! Adoram encher de papeis o processo a fim de cansar o juiz. Isto, induvidosamente é próprio de quem não tem o direito. Temos experiência nisso. Quem está perdido correr mais trilhas, pode ajudar a achar o caminho por sorte ou azar. Ademais, a conta da papelada vai para você pagador de impostos. Fora cartuchos que andam caros. Mais tempo perdido e perturbação caprichosa da jurisdição. O CPC reformado devia ter cuidado disso,mas o pessoal quer é aparecer na mídia e esquece destes detalhes. Isso, para A DEFESA também não é nada bom. COM LOUVORES.

Seria interessante

syd (Consultor)

Seria interessante sabermos o conteúdo da petição. Deve ser aquele tipo que são modelos repetidos em que o estagiário só muda os campos das partes e o número do processo? Partindo desse princípio, agiu acertadamente a juíza. A Justiça precisa ser célere.

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