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ConJur lança Anuário da Justiça Brasil 2016 no dia 26 de abril

O Supremo Tribunal Federal será o anfitrião do lançamento do Anuário da Justiça Brasil 2016, no próximo dia 26 de abril, às 18h30. A publicação traz um perfil atualizado de todos os ministros do STF, do Superior Tribunal de Justiça; do Tribunal Superior do Trabalho; do Tribunal Superior Eleitoral; e do Superior Tribunal Militar.

A publicação descreve o entendimento dos ministros sobre questões essenciais para a Justiça, a rotina de trabalho dos tribunais, o funcionamento e a composição de todos os colegiados. Além disso, o Anuário publica súmulas e destaca os julgamentos e as decisões de maior impacto na rotina de milhões de brasileiros.

Os eventos de lançamento do Anuário da Justiça costumam contar com a presença de grandes nomes do Direito, como ministros, advogados, desembargadores, juízes e diretores jurídicos de empresas, além de empresários e jornalistas.

*Na noite da última sexta-feira (25/3), um "Convite para o lançamento do Anuário da Justiça Brasil 2015" foi enviado por engano para leitores. Os dados corretos estão na notícia acima. Clique aqui para se cadastrar e receber os boletins da ConJur. 

Leia o que ministros do Supremo falaram sobre o Anuário da Justiça no último lançamento:

Ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF
Anuário é uma revista extremamente importante porque a cada ano faz o retrato do Judiciário do Brasil. Nesta edição, me parece que houve um salto qualitativo importante, por justamente repensar a reforma do Judiciário, que é algo permanente. Não é algo que foi definido em 2004 e parou no tempo. É algo que precisa ser repensado a cada momento e, neste aspecto, o Anuário presta um excelente serviço à comunidade jurídica.

Ministro Celso de Mello, decano do STF
Anuário da Justiça representa um lançamento muito importante, que se repete ano a ano e que, na verdade, constitui o verdadeiro rosto da Justiça. Permite que todos os operadores do Direito e que todos os cidadãos conheçam os que integram os tribunais, as altas cortes de Justiça e as instituições essenciais ao exercício da atividade jurisdicional. Nisso reside a importância do Anuário da Justiça, que também é uma avaliação que se faz a respeito dos grandes problemas do aparelho judiciário do Estado. O Anuário da Justiça permite o debate das questões, a apresentação de ideias, a troca de impressões. E esse diálogo que se estabelece é extremamente importante para o aperfeiçoamento da instituição judiciária. Então, sob todos os aspectos, o Anuário da Justiça é fundamental. O evento do lançamento já faz parte do calendário do Judiciário.

Ministro Marco Aurélio, vice-decano do STF
É a perpetuação da memória do Judiciário. E o Brasil precisa de memória, precisa guardar fatos, guardar acontecimentos e também perceber aqueles que personificam a Justiça brasileira, principalmente dos tribunais superiores. É uma sentença transitada em julgado contra qual não cabe recurso: o Anuário da Justiça contribuiu para o almejado avanço cultural.

Ministro Dias Toffoli, presidente do TSE e ministro do STF
Mais uma vez, a ConJur, juntamente com a Faap, traz o Anuário da Justiça que já virou uma revista de tamanha importância que todos têm expectativa em relação aos temas e assuntos que vai abordar. É um manual de como funcionam as cortes superiores do Brasil e o Supremo Tribunal Federal e qual é o perfil de cada um dos seus integrantes. O Anuário é mais um mecanismo em que o Judiciário está aberto à sociedade, aos operadores do Direito trazendo, portanto, mais um elemento de relação da Justiça com a sociedade. É muito relevante.

Ministro Luis Roberto Barroso, do STF
No tempo que eu era advogado, o Anuário era um instrumento extremamente valioso para conhecer determinados juízes ou ministros, que muitas vezes eram relatores ou com quem a gente tinha que despachar. Era um bom roteiro para se conhecer a cabeça e as ideias dos ministros. De modo que, quando eu era advogado, eu achava uma maravilha. Agora que sou juiz, fico sempre temeroso do que vão dizer de mim. Porém, quem aceita viver a vida pública está sujeito a todo tipo de juízo.

Revista Consultor Jurídico, 26 de março de 2016, 11h58

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