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Notas Curtas

Por Leonardo Léllis

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Sob pressão

Procuradores da Fazenda vão entregar 280 cargos de confiança, diz sindicato

Em protesto contra o governo federal, procuradores da Fazenda Nacional decidiram entregar 280 cargos de confiança para cobrar reajuste de salário e contratação de servidores. Segundo o Sinprofaz, sindicato da categoria, a medida foi aprovada em assembleia promovida nesta segunda-feira (18/5), em São Paulo, e será formalizada nesta semana à Advocacia Geral da União. A entidade aponta “assimetria remuneratória” com outras carreiras, como a Defensoria Pública e o Ministério Público. E garante que os postos não serão substituídos, pois 1.890 procuradores ― 90% de toda a carreira ― se comprometeram a não assumir mais cargos em comissão enquanto a pauta não for atendida.

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Revista Consultor Jurídico, 18 de maio de 2015, 22h06

Comentários de leitores

8 comentários

A generalização...

Thales Treiger (Defensor Público Federal)

A generalização é um grande mal. Na minha vida encontrei e trabalhei com vários servidores públicos extremamente comprometidos. Não tenho porque generalizar nenhuma categoria, assim como não acho sequer prudente que se faça isso com servidores públicos. Aliás, isso partir de advogados uma classe tão aviltada por maus profissionais não deixa de ser uma ironia.

Mazela nacional

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A maior mazela do Brasil de hoje é o monumental gasto público com servidores, e a baixa produtividade do serviço público. Na prática, os cidadãos brasileiros estão trabalhando para sustentar as mordomias e elevados vencimentos dos agentes públicos, e nada mais. A massa da população está cada dia mais pobre, enquanto a atividade econômica recua em face à descomunal carga tributária para bancar a ineficiência do serviço público. A cada concurso público, há 50, 60, 200 candidatos por vaga, todos ávidos por uma "boquinha". É preciso acabar com tudo isso. Servidor público precisa ganhar e trabalhar como no setor privado, e fim de papo. Há anos se fala sobre esse tema. Previa-se que se mudanças não fossem feitas, a crise econômica chegaria. E está tudo aí agora. Aqui em São José do Rio Preto já nem se fala mais quando uma empresa manda 200 trabalhadores embora em uma única leva. O empresário não tem mais como continuar, pois tudo o que ele produz é para os agentes estatais. Não é só o gasto. A ineficiência é total. Se precisar de um agente público, qualquer que for, a dor de cabeça está criada. O agente público, de todos os níveis e de todas as instância, acredita ser o próprio retrato da divindade. Trabalhar, produzir, resolver, é quase uma ofensa. Todos estão em busca de cumprir horários, usar o cargo para vantagens pessoais, e nada mais. Cobranças dos cidadãos são contornadas através de ações penais. E eles querem mais, mais, e mais. Não descansarão, pelo jeito, até serem os donos absolutos de tudo e de todos, o que só não irá ocorrer porque o País entrará em colapso antes.

A inveja mata

edu tavares (Defensor Público Federal)

Ô MAP, será que você não desiste. Não vê que ninguém está nem aí para seu comentários inoportunos e COMPLETAMENTE INSANOS. Já que você tem tempo ocioso para passar o dia inteiro destilando seu ódio contra todos os servidores públicos, aproveita para fazer um cursinho de português e aprenda a escrever meu querido. O correto é : SE DISSEREM E NÃO SE DIZEREM.

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