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Visão acadêmica

ConJur estreia coluna semanal sobre polícia judiciária nesta terça

A revista eletrônica Consultor Jurídico estreia, nesta terça-feira (7/7) a coluna Academia de Polícia, voltada para a discussão de assuntos relativos à polícia judiciária e sua atuação desde o inquérito até o processo penal. Com a constante presença de operações policiais no noticiário, o objetivo é fomentar o debate sobre os limites e garantias legais atribuídas aos agentes.

Publicados às terças-feiras, os textos serão assinados por delegados civis e federais com ampla experiência acadêmica. A ideia é ir além dos limites das delegacias e trazer a visão crítica de quem também pesquisa e estuda o Direito como ciência. 

Na coluna de estreia, o delegado de Polícia Civil de Santa Catarina Leonardo Marcondes Machado fala sobre o “peso” da investigação criminal na vida de um suspeito e sua relação com a falta de limites claros sobre quem pode dirigi-la: a polícia, o Ministério Público ou o Judiciário.

Perfil dos autores
Além de atuar como delegado em Santa Catarina, Leonardo Machado também é professor de processo penal em cursos de graduação e pós-graduação. Também é especialista em Criminologia e Direito Penal e faz mestrado na Universidade Federal do Paraná.

Ele vai se revezar com Henrique Hoffmann, delegado da Polícia Civil do Paraná, professor coordenador de cursos de pós-graduação e preparatório para concursos, especialista em Direito Penal e Processual Penal pela Universidade Gama Filho, e segurança pública pela Uniesp.

Delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o autor Ruchester Marreiros é doutorando em Direitos Humanos pela Universidad Nacional de Lomas de Zamora (Argentina) e professor da Universidade Estácio de Sá e da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.

Já o delegado da Polícia Federal no Paraná Marcio Adriano Anselmo, além de professor, coordena as investigações da operação “lava jato”. É doutor em Direito Internacional pela USP, mestre em Direito Internacional Econômico pela Universidade Católica de Brasília.

Também delegado da PF, Rodrigo Carneiro Gomes é mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília e professor da Academia Nacional de Polícia, além de especialista em segurança pública e defesa social. Foi assessor de ministro do STJ e da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

Revista Consultor Jurídico, 6 de julho de 2015, 19h28

Comentários de leitores

28 comentários

Caiu a máscara???

Policial no Sangue (Agente da Polícia Federal)

Pelo visto o nobre Procurador Hélio Telho não está muito distante da realidade e verdade sobre o termo " Juizes calças curtas", quando se refere aos delegados. A PEC 89/2013 visa exatamente isso!!! Parabéns Procurador por sua visão!!!

Artigo interessante sobre investigação

Bellbird (Funcionário público)

http://jus.com.br/artigos/30852/a-investigacao-criminal-a-luz-da-investigacao-cientifica

Somente.

Bellbird (Funcionário público)

Somente quando o assunto envolve delegado de polícia que os agentes da PF vem tecer suas (des)considerações.
Saibam que sempre terá alguém comandando os agentes. Se não forem os delegados serão os promotores. Igual a Portugal onde a polícia não tem capacidade postulatória, atribuição unicamente dos promotores.

Se as investigações não tivessem caráter jurídico, os crimes não seriam julgados por um tribunal e sim por uma assembléia.
A autoria de uma conduta é fática, mas o crime é analisado juridicamente desde o seu conceito.

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