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Vagas preenchidas

Três novos desembargadores tomam posse no Tribunal de Justiça de São Paulo

Claudio Augusto Pedrassi, Edson Luiz de Queiróz e Roberto Maia Filho assumiram nesta quinta-feira (27/8) o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. A posse administrativa aconteceu no gabinete do presidente da Corte, desembargador José Renato Nalini.

Da esq. para a dir., o presidente do TJ-SP, Renato Nalini, com Pedrassi, Queiróz e Maia Filho.
Divulgação/TJ-SP

Claudio Pedrassi é natural de Campinas (SP) e nasceu em 1964. Formou-se em Direito pela PUC-Campinas (turma de 1987) e é mestre em Direito Processual Civil pela PUC-SP.

Ingressou na magistratura em 1988, como juiz substituto da 36ª Circunscrição Judiciária, com sede em Araçatuba. Ao longo da carreira trabalhou em Campinas, Pedreira, Sumaré, Jundiaí e na Capital. Assumiu o cargo de juiz substituto em segundo grau no ano de 2011. Assume a vaga do desembargador Antonio Roberto Midolla.

Edson Queiróz nasceu em 1958, em Cerquilho (SP), e estudou na Faculdade de Direito de Sorocaba, formando-se no ano de 1980. Antes de ingressar na magistratura trabalhou como advogado e promotor. Assumiu o cargo de juiz substituto na 19ª Circunscrição Judiciária, com sede em Sorocaba. Também trabalhou nas comarcas de Angatuba, Palmital, São Bernardo do Campo e São Paulo. Foi removido a juiz substituto em segundo grau no ano de 2011. Assume o cargo de desembargador decorrente da aposentadoria de Henrique Nelson Calandra.

Nascido em São Paulo no ano de 1963, Roberto Maia Filho graduou-se pela PUC-SP (turma de 1985) e é mestre em Direito Ambiental pela mesma instituição. Trabalhou como advogado e procurador do Estado até que, em 1989 ingressou na magistratura como juiz substituto na 1ª Circunscrição Judiciária, em Santos. Judicou, ainda, em Pirapozinho, Fernandópolis, Cubatão e na Capital. Chegou ao cargo de juiz substituto em segundo grau no ano de 2011 e assume a vaga do desembargador William Marinho de Faria. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.

Revista Consultor Jurídico, 27 de agosto de 2015, 21h26

Comentários de leitores

1 comentário

O tribunal mais machista da federação

Phynah (Servidor)

O tribunal mais machista da fderação.

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