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Estratégia de eficiência

Planejamento de CJF para próximos cinco anos foca na redução de gastos

O Conselho da Justiça Federal apresentou as estratégias que vão orientar suas iniciativas e ações nos próximos cinco anos. As principais metas são reduzir em pelo menos 10% os gastos do órgão com contratos e manter 100% das obras da Justiça Federal previstas para até 2020 dentro dos valores definidos pela Assessoria de Gestão de Obras do Conselho. O evento foi em Brasília na sede do CJF e teve a presença de todos os servidores do Conselho.

Outro objetivo é reduzir a taxa de congestionamento de processos na Turma Nacional de Uniformização (TNU) de 66% para 45% até dezembro deste ano. “Essa é uma meta extremamente audaciosa e arrojada”, analisou Ivan Bonifacio, secretário de Estratégia e Governança do CJF.

De acordo com o servidor, para o planejamento estratégico dos próximos cinco anos foram escolhidos dois focos de ação: a melhoria da governança e a uniformização da jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (JEFs), que atualmente respondem por 56% das ações ajuizadas na Justiça Federal de todo o país. O alcance dos resultados envolve ainda iniciativas voltadas, por exemplo, para interação do órgão com o Legislativo, o Executivo e com a sociedade; e para o aperfeiçoamento dos controles internos e da melhoria da eficiência.

Efetividade
A abertura do evento foi feita pela vice-presidente, ministra Laurita Vaz. A magistrada afirmou que o objetivo da instituição é ser um líder na promoção da efetividade da Justiça Federal. “Não basta apenas os tribunais elaborarem seus planejamentos estratégicos. É preciso que o órgão com competência administrativa e fiscalizadora da Justiça Federal também assuma esse plano e direcione suas ações”, disse.

Em seu discurso, a magistrada lembrou que coordenou a reunião do Comitê Gestor da Estratégia da Justiça Federal (Cogest), na qual presidentes dos Tribunais Regionais Federais, juízes auxiliares, diretores gerais e servidores de áreas técnicas de planejamento avaliaram o cumprimento das metas de 2009 a 2014.

Após a abertura, o secretário-geral do CJF, juiz federal Erivaldo Ribeiro dos Santos, enfatizou que a estratégia do órgão foi elaborada democraticamente, depois de muito debate. Segundo o magistrado, quando se fala em planejamento, também se está falando de melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados. “O planejamento não é modismo. A realidade nos impõe e a boa governança nos exige”, declarou. “Todos nós somos partícipes”, constatou. Com informações da Assessoria de Imprensa do CJF.

Revista Consultor Jurídico, 6 de agosto de 2015, 11h49

Comentários de leitores

1 comentário

Em tempos de crise

Inácio Henrique (Serventuário)

Sabem para quem são destinadas essas metas?
Para os servidores que estão sem revisão salarial a 9 anos, que trabalham com empenho e geram bons resultados estatísticos para aparecerem nos noticiários.
São essas pessoas que irão cumprir essas metas.
Então, nos merecemos RESPEITO E DIGNIDADE.

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