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Acervo zerado

TJ-MG conclui digitalização de 5,2 mil recursos

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais concluiu a digitalização e indexação de 5,2 mil recursos especiais e extraordinários, que foram remetidos ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal . A digitalização do arquivo totalizou mais de seis milhões de folhas e foi concluída em janeiro. Já a indexação, procedimento pelo qual cada documento dos autos é listado para ser localizado, terminou na última terça-feira (26/2). O objetivo é ampliar a agilidade e eficácia da prestação jurisdicional.

“Hoje o setor tem o funcionamento de um banco: assim como a instituição financeira compensa o cheque depositado no mesmo dia, o processo é digitalizado. Com essa ação, conseguimos, em cinco meses, alcançar produtividade inédita e máxima”, comemorou o vice-presidente do TJ-MG, desembargador Almeida Melo. Segundo ele, o trabalho começou com os estudos e o treinamento da equipe. Em outubro do ano passado, com o início da gestão, a meta foi estabelecida.

De acordo com o coordenador do setor de digitalização do TJ-MG, Francer Moreira D’Almeida, o trabalho foi feito por 65 funcionários, entre efetivos, contratados por meio da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos, terceirizados e estagiários. As tarefas foram divididas: a desmontagem, digitalização e montagem dos processos couberam aos funcionários surdos e a indexação de peças, aos efetivos.

“O setor foi criado em agosto de 2011, com a finalidade de digitalizar os recursos para o STJ, mas, com o passar do tempo, o acervo foi aumentando devido à falta de um equipamento adequado. Agora, a equipe administra apenas a demanda diária, que não é pequena. Em fevereiro, foram 75 feitos, e vale lembrar que em geral se trata de processos grandes, com muitos volumes”, disse o coordenador. Para que o trabalho fosse concluído, o TJ-MG investiu na compra de novos equipamentos e softwares.

Responsável pelo treinamento do pessoal do setor de digitalização, Alex Aguiar de Figueiredo, da Diretoria Executiva de Informática afirma que o principal problema no início era a grande quantidade de processos. Ele foi convidado para avaliar em que a tecnologia poderia ajudar a equipe e percebeu que, embora os equipamentos já estivessem providenciados, perdia-se muito tempo com a digitalização de folhas em branco.

“Encontramos uma ferramenta que resolvia o problema. Também fizemos uma análise da distribuição de trabalho nas diversas etapas, de modo a ampliar a capacidade de cada grupo e fazer remanejamentos para possibilitar um equilíbrio na produção”, relatou. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG.

Revista Consultor Jurídico, 1 de março de 2013, 14h26

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