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Joaquim Barbosa descarta ir para a política

Em evidência há mais de um mês por ser o relator da Ação Penal 470, o processo do mensalão, e por ter sido eleito, nesta quarta-feira (10/10), presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Joaquim Barbosa descartou a hipótese de ir para a política. “De forma alguma, eu nunca fiz política. Não é agora que vou fazê-lo”.

Barbosa, cujo mandato na chefia do Judiciário brasileiro se inicia em novembro com a aposentadoria compulsória do ministro Carlos Ayres Britto, disse que sua gestão não terá muitas novidades. “Com certeza não haverá turbulências nem grandes inovações. Vocês já devem ter percebido, eu gosto de agir by the books [segundo as regras, em tradução livre do inglês], nada além disso”, comentou com jornalistas, no final da sessão desta quarta.

Perguntado sobre como pretende gerir o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual também será presidente, Barbosa disse que fará uma atuação pontual. “É caso a caso. Eu não afastei nenhuma vírgula, do meu comportamento normal no Tribunal, de quase dez anos, no caso do mensalão. Não inovei absolutamente nada”, completou.

O futuro presidente do STF diz que não houve surpresa na sua eleição, pois ela já era aguardada segundo a tradição do STF de escolher os mais antigos para administrar o Tribunal. No entanto, considerou um “fato extraordinário” o fato de ser o primeiro presidente negro da Corte, em um país que vem formando maioria populacional negra.

Sobre o fato de estar em evidência devido ao julgamento da Ação Penal 470, da qual é relator, Barbosa diz que recebe as demonstrações de reconhecimento “com muita gratidão”, mas que isso é “fruto do trabalho da própria Corte”. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 10 de outubro de 2012, 21h32

Comentários de leitores

9 comentários

"Juizite" não acomete a todos.

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Caro Alex Herculano (Assessor Técnico),
Sugiro que se empenhe e atinja o cargo de magistrado, preferencialmente por concurso público ou, que seja reconhecidamente capaz em termos de conhecimentos jurídicos em processo - idôneo - do Quinto Constitucional...
Sei que você pode ter satisfação pessoal em redigir decisões, "condenar", fazer de conta que és juiz, ser delegado "de fato" da autoridade judiciária... Mas as prerrogativas (ou a possibilidade de ser acometido de "juizites") são da magistratura, do indivíduo regularmente investido no cargo da magistratura, conforme a lei e não se estendem aos servidores nomeados para cargos de livre provimento e exoneração.
Se a favor dos juízes até podem ser discutíveis os argumentos apresentados lá abaixo por você, tal argumentação não te favorece em nada. Ou você observa o EOAB (lei federal) ou será passível de procedimento administrativo disciplinar, caso recuse o cumprimento de preceito legal no desempenho de atividade funcional.

Confissão redundante... Todos já sabíamos.

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Que o comentarista agressivo é uma grande cavalgadura, todos já haviam percebido pelo teor de seu desarrazoado comentário inicial. Está fora de dúvida. Mas parece que seu desejo é deixar isso bem claro. Talvez por isso tenha confessado que prefere galopar. É claro que toda cavalgadura não pode comer grama enquanto galopa. Mas quando parar de galopar e de atirar as patas traseiras a esmo, aí não lhe restará mais nada a fazer. Um pouco de capim ou feno lhe fará bem. Quem sabe isso torne sua agressividade um pouco mais comedida. Com cavalgaduras não é possível discutir, apenas meter o chicote.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Só conversa mole...

Aiolia (Serventuário)

Pra começar, onde é que servidor é subalterno de magistrado, ignorante? Não aguenta opinião contrária, replica com insinuações pesadas e dps o agressivo é o outro...
Ainda assina de mestre de tesina homologada e cita em latim pra dar uma de bacana. Citação tola, aliás, já q retrucou em baixo calão... Já tive alunos deste tipo: a pergunta era a mais tola possível, mas o sujeito estava lá, ao tempo em que falava coçava o nariz pra mostrar o anel de formatura...
Piedade tenho eu.
Sugiro que vá vc comer a grama que enquanto vc come eu galopo...

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