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Tempo novo

Ayres Britto diz que Judiciário passa por mudanças

O presidente do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Britto, destacou, nesta terça-feira (6/11), que o Judiciário brasileiro está vivendo um processo de mudança de mentalidade. “Nós estamos vivendo um tempo novo na magistratura. Não estamos apenas, mecanicamente, mudando nossos comportamentos, estamos mudando de mentalidade, em uma viagem sem volta”, afirmou o ministro.

Ayres Britto abriu o segundo dia do VI Encontro Nacional do Judiciário, que reúne em Aracaju os presidentes de todos os 91 tribunais do país, para definir ações de aprimoramento e modernização dos serviços judiciais. Em seu discurso, o presidente do CNJ afirmou que o Judiciário está vivendo um novo tempo, de mudança e maior abertura. “O Judiciário se assume como um Poder eminentemente republicano, democrático, ético, cívico e competente no planejamento de suas atividades”, concluiu.

Na abertura dos trabalhos, o ministro destacou ainda a importância de recente decisão do STF sobre a Resolução 135 do CNJ que possibilitou ao órgão atuar, quando provocado ou de oficio, no que classificou como “correção de rumos do Judiciário”. “O Judiciário passa a ocupar posição de soberania que lhe cabe, de veto aos desgovernos, à desordem jurídica”, frisou. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 6 de novembro de 2012, 16h57

Comentários de leitores

4 comentários

Sr. Gustavo Cezario

Gabbardo (Professor)

Se a "nova face do Judiciário é de submissão aos desmandos do governo" (tomei a liberdade de não usar Caps Lock, pois isto é falta de educação), por quê o pessoal do Legislativo do partido do governo foi quase todo condenado, inclusive a (ex) cúpula do partido?

É só discurso

Gustavo Cezario (Serventuário)

Além do discurso bonito e pomposo, o fato é que A NOVA FACE DO JUDICIÁRIO É DE SUBMISSÃO AOS DESMANDOS DO GOVERNO. Desde a gestão do Gilmar Mendes, passando por Cesar Peluso, e agora por Ayres Britto, quem comanda a gestão orçamentária e administrativa do Judiciário, decidindo o que pode e o que não pode ser feito, é o executivo. Quem impõe o orçamento é o executivo, ou seja, quem decide o que pode ser implementado, seja reposição salarial ou projetos institucionais, não é mais o Judiciário, que está cada dia mais covarde, escondido atrás de discursos como este, para tentar esconder o vergonhoso rabo entre as pernas. Enquanto isso o jurisdicionado não entende porque o judiciário não evolui, e os magistrados e servidores assistem incrédulos o Poder Judiciário se tornar apenas um órgão subordinado ao executivo.

Judiciário mais atuante!

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

Um contundente recado aos poders executivo e legislativo: Chega de lambanças!!!

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