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Escritórios tradicionais

OAB-SP contesta medida que desapropria prédio

O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso, enviou nesta quinta-feira (8/4) ofício ao Tribunal de Justiça de São Paulo, para tentar impedir a desapropriação de um edifício que fica na Rua Tabatinguera, no centro da cidade, que abriga cerca de 800 advogados e instituições da área jurídica como a Apamagis (Associação Paulista de Magistrados)  e Aojesp (Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo). O TJ quer retomar o prédio para lá instalar os seus setores de recursos humanos e administrativo.

“Estamos propondo que o TJ-SP busque outro prédio no centro da cidade que atenda suas necessidades, pois essa desapropriação, se acontecer, terá um impacto enorme sobre o exercício profissional de centenas de advogados, alguns com mais de 30 anos naquele endereço”, explicou D´Urso.

O presidente da Comissão do Advogado Assalariado da OAB-SP, Darmy Mendonça, ressaltou que a diretoria da Ordem tem feito reuniões com os advogados do prédio para acompanhar o caso e continuará se solidarizando com os advogados.

A solicitação para a desapropriação começou em novembro do ano passado, quando o então presidente do tribunal, Roberto Vallim Bellochi, enviou o Ofício 1003/09 ao procurador-geral do estado, Marcos Nusdeo, informando que a desocupação irá atender à “integração das unidades administrativas”, o que beneficiaria o atendimento à população.

Leia o ofício encaminhado ao TJ-SP 

Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2010, 19h48

Comentários de leitores

3 comentários

Viva o progresso!

Henrique Mello (Professor)

Dr. Morris Oxford, o Sr. inseriu comentário em link diverso.
Qto a desapropriação que só envolve profissionais bem sucedidos e gente graúda, lembramos que, nas últimas quatro décadas, Prefeitura e Estados desapropriaram dezenas de milhares de imóveis, grande parte de gente humílima! Não cremos que, se lá não houve complacência ou pena de gente miserável que perdeu o único e humilde teto que possuía, aqui possa haver algo a relegar. Quando ao terreno lembrado pela Colega, em breve, muito breve, serão erguidas duas torres. É isso. henrique mello

E o terreno vazio da Rua Conde de Sarzedas?

Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)

E o imenso TERRENO VAZIO DESTINADO PARA A NOVA SEDE DO TRIBUNAL, na Rua Conde de Sarzedas, certamente tem espaço de sobra para a sede administrativa do Tribunal.
Mas, por razões que os advogados desconhecem, o TJSP não constrói e não utiliza o terreno ocioso há muitos anos.
Agora temos esta novidade, da desapropriação do prédio, que é ocupado por centenas de advogados que necessitam de seus escritórios.
Se a ameaça de desapropriação se concretizar, será lamentável.

LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ x DIREITO DE DEFESA

themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Oficiar contra os advogados da defesa!
Então o melhor seria não apresentar defesa de seu cliente?
E o STF agindo dessa maneira? Num processo dessa magnitude e importância dizer que os advogados de Roberto Jefferson estariam apenas "protelando" e "litigando de má-fé"?!
Esses advogados e o direito defesa mereceriam mais respeito. Lamentável a postura do STF, data vênia.

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