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Fase de adaptação

OAB-SP planeja ensinar nova grafia aos advogados

A OAB-SP divulgou, nesta sexta-feira (16/1), que está montando uma grade de cursos para ensinar as novas regras ortográficas aos advogados. Vigente desde o dia 1º de janeiro, a mudança unificou a grafia entre oito países.

“ Embora o Ministério da Educação informe que somente 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado, contra 1,3% das palavras em Portugal, há muitas dúvidas sobre uso do hífen, por exemplo, que precisam ser esclarecidas até que se consiga uma adaptação completa para a nova ortografia”, lembra o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D´Urso.

O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva prevê quatro anos de adaptação para as regras. Por enquanto, todas as leis, decretos, portarias e qualquer outro tipo de comunicado continuam a ser emitidos com as mesmas regras. Os concursos e vestibulares admitirão as duas grafias por quatro anos, mas a maioria não adotará as novas regras em seus enunciados de imediato.

Revista Consultor Jurídico, 16 de janeiro de 2009, 21h14

Comentários de leitores

3 comentários

Louvável a iniciativa!!

servidor (Funcionário público)

Em boa hora essa decisão. Tomara que que vingue, e que se estenda a todas as Seccionais. Importante, também, seria que a OAB recomendasse às faculdades de Direito uma reciclagem dos seus Mestres. Preocupa-se em excesso com o "juridiquês", esquecendo o Português. Os bacharéis saem com o diploma e a inocência, pensando que sabem tudo, mas pecando gravemente, contra a Língua Pátria, na hora de falar ou escrever. Vamos aproveitar a transição vernacular e fazer uma revisão geral das nossas relações com a Língua Portuguesa. Ela é a principal ferramenta do profissional do Direito.

Louvável a iniciativa!!

servidor (Funcionário público)

Decisão em boa hora! As faculdades de Direito preocupam-se, em demazia, com o "juridiquês", e esquecem do Português. O resultado é desastroso: os bacharéis saem com diploma e a falsa impressão de que sabem tudo, mas piorados no uso da Língua Pátria. Justificável, porque os professores da área jurídica, salvo exceções, pecam em excesso, tanto na escrita quanto ao pronunciar â nossa Língua Oficial. Que tal a OAB preocupar-se também com isso, recomendando às Faculdades a reciclagem dos seus Mestres?

CULTURA, TRADIÇÃO, IDIOMA - SÃO COISAS SAGRADAS

A.G. Moreira (Consultor)

Não se apressem .
Portugal nunca porá em prática essa nova ortografia ! ! !
Lá, os escritores, professores, intelectuais, políticos, etc., estão fazendo um "movimento", dirigido à Nação, para a REVOGAÇÃO do acordo ! ! !
No Brasil, a OAB, em vez de se comportar como "aluna disciplinada", deveria questionar a LEGALIDADE de um decreto do governo que obriga o povo a escrever de modo diferente do que fala ! ! !
A cultura, tradição , idioma ou o modo de expressão e comunicação de um povo, é algo tão SAGRADO, que ninguém pode alterar por decreto, sem a consulta e decisão da, própria, Nação ! ! !

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