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Porta da advocacia

Mais de 23 mil candidatos fazem Exame de Ordem no domingo

A seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil aplica a prova do 137º Exame de Ordem, para 23.303 candidatos, em 28 cidades. Os candidatos devem chegar com uma hora de antecedência ao local da prova(clique aqui para ver o edital e a lista de locais), portando documento original com foto.

A primeira fase do Exame consta de 100 questões de múltipla escolha, com quatro opções de resposta cada, sobre as seguintes matérias: Direito Constitucional, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito Penal, Direito do Trabalho, Direito Administrativo, Direito Tributário, Direito Processual Civil, Direito Processual Penal e também questões sobre o Estatuto da Advocacia e da OAB, seu Regulamento Geral e o Código de Ética e Disciplina.

Para ser classificado para a segunda fase, o candidato precisa acertar, no mínimo, 50% das questões. A segunda etapa é uma prova prática, composta de duas partes: redação de peça profissional, privativa de advogado, e cinco questões práticas na forma de situações-problema. Tanto a peça profissional como as questões práticas versam sobre a área do Direito escolhida pelo candidato na inscrição.

Os candidatos somente serão admitidos à sala de provas com documento de identidade original, que pode ser: carteira e/ou cédula de identidade expedida pelas Secretarias de Segurança, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, pelo Ministério das Relações Exteriores; cédula de Identidade para estrangeiros; cédula de identidade fornecida por órgãos ou conselhos de classe, que, por força de lei federal, vale como documento de identidade, como por exemplo, a carteira de estagiário expedida pela OAB, Crea, CRC; carteira de Trabalho e Previdência Social, bem como carteira nacional de habilitação (com fotografia) e passaporte, dentro do prazo de validade.

Revista Consultor Jurídico, 5 de janeiro de 2009, 15h57

Comentários de leitores

9 comentários

E SEMPRE VAI APARECER UNS "BACHARELENSES" CRITI...

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

E SEMPRE VAI APARECER UNS "BACHARELENSES" CRITICANDO UMA INSTITUIÇÃO SÉRIA A QUAL NÃO FAZEM PARTES PELO SIMPLES FATO DE NÃO PASSAREM DE JEITO NENHUM NO EXAME DE ORDEM. AO INVÉS DE PAGAR R$ 180,00 TRÊS VEZES AO ANO, PAGUE APENAS UMA ANUIDADE, QUE É QUASE O MESMO VALOR, MAS PARA ISSO, PRIMEIRO, PASSE EM UM DOS EXAMES, OK? MENOS "CHORORÔ" E AO ESTUDO, CRIANÇAS!

Caro dinarte, Seus argumentos não têm fundam...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Caro dinarte, Seus argumentos não têm fundamento. Levados às últimas consequências e estendidos a todas as profissões, seria de indagar: quantos ministros passariam na prova da OAB ou para a magistratura, se a elas fossem submetidos de repente, quantos médicos ou engenheiros já formados e com licença para o exercício da profissão seriam aprovados se se submetessem a uma prova atual, o mesmo para os agentes da polícia, do corpo de bombeiros, e de todo o funcionalismo público. Enfim, isso demonstra que seu argumento é falacioso. A pessoa deve ser aprovada no exame a que for submetida. Depois não importa mais porque adquiriu o direito quando obteve a aprovação. Quanto ao valor arrecadado, qual o problema? É legítima a cobrança. Quem não concordar com ela, que escolha outra profissão. Eu tenho um fusquinha ano 1968. Está à venda. Quero por ele US$2,5 milhões. O senhor acha que está caro? É meu, peço quanto quiser. E se alguém se dispuser a pagar o preço pedido, leva. Já a afirmação de a prova ser "cheia de pegadinhas" constitui outra falácia. TODA PROVA OBJETIVA DEVE SER ONTOLOGICAMENTE de "pegadinhas". É da natureza das provas de múltipla escolha isso que o senhor qualifica como um atributo negativo e designa por "pegadinha". Em tais métodos de avaliação a resposta das questões é apresentada ao examinando. Este só precisa identificá-la. (continua)...

(continuação)... Como o que se pretende é avali...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

(continuação)... Como o que se pretende é avaliar e aferir a erudição ou conhecimento do candidato, ainda que sob uma base mínima, só é possível alcançar esse objetivo colocando a resposta certa ao lado de outras erradas, distinguindo-as por sutilizas que exigem do candidato atenção e genuíno conhecimento da matéria arguida. Quem tiver o domínio da matéria saberá perceber a diferença, por mais sutil que seja. A prova da OAB deveria ser ainda mais difícil, pois tem toda razão o Dr. João Bosco Ferrara, quando pergunta se há mercado para tanto advogado. Respondo-lha: não há. E o único modo de filtrar e controlar a oferta de mão-de-obra advocatícia é tornar cada vez mais rigoroso o filtro para ingresso na profissão, ou seja, o Exame de Ordem. (a) Sérgio Niemeyer Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

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