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Teste das ruas

Joaquim Barbosa anda na rua e é saudado pelo povo

O ministro Joaquim Barbosa, depois da discussão com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, passou pelo teste das ruas, de acordo com o colunista da revista Veja, Lauro Jardim. “Ao final da refeição, de sua mesa até a porta teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um “parabéns” ou um “muito bem, ministro”, de acordo com o jornalista. Ele informa que Barbosa almoçou no tradicional Bar Luiz, restaurante no centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887.

JB, que sugeriu a Gilmar Mendes que andasse pelas ruas na quarta-feira (22/4), estava acompanhado de três amigos, tomou dois chopes e comeu filé bem passado com salada de batatas. Lauro Jardim, em seu blog, conta que ele caminhou pela Rua da Carioca, tomou um café “de pé”, e continuou a receber mais saudações.

“Por volta das 14h50, quando seguiu para entrar no carro oficial na esquina da Avenida Rio Branco, formou-se um pequeno tumulto: várias pessoas o pararam. Novas saudações e sessões de fotos feitas pelos celulares dos admiradores. Por pelo menos cinco minutos, Joaquim Barbosa foi cercado e parabenizado. Agradecia a todos com um sorriso, um aperto de mãos e um “obrigado”.”

A Gazeta Mercantil, em reportagem de Luiz Orlando Carneiro, informou que na quarta-feira (22/4), após o súbito término da sessão plenário, os ministros Celso de Mello e Carlos Ayres Britto foram até o gabinete de Joaquim Barbosa para tentar convencê-lo a se retratar com o presidente da corte. Ele teria se comprometido a fazer a retratação apenas na parte em que pediu para que Gilmar Mendes não lhe tratasse “como os capangas de Mato Grosso”, na quinta-feira (23/4). A sessão plenária, no entanto, foi suspensa por conta do episódio.

Revista Consultor Jurídico, 24 de abril de 2009, 18h22

Comentários de leitores

40 comentários

Parabéns Sr. Ministro

hermeto (Bacharel)

Puxa que legal eu poder opinar, e quero falar bem pouco, e espero que seja acertado, Ilmo. Sr. Ministro Joaquim Barbosa os meus mais efusivos votos de felicidades são de pessoas como o Sr. que o Brasil precisa. Tem três pessoas que eu admiro neste nosso mundo conturbado, um é sem sombra de dúvidas o Sr. e esta admiração não apareceu agora não, outra pessoa é o Senador Cristóvão Buarque, baluarte da educação em nosso país e a outra pessoa é o Nobre Deputado Jair Bolsonaro, são de homens como estes que o Brasil precisa para melhorar. Parabéns pela sua atuação, continue assim e estará antes de tudo servindo de esteio para que nossa democracia cresça. Obrigado.

Coisas no lugar

Sandro Couto (Auditor Fiscal)

Apenas para colocar as coisas em seu devido lugar, sem ser parcial ou tendencioso e também sem entrar no mérito da triste discussão novamente, gostaria de registrar que o ministro Joaquim Barbosa, não se referiu de forma genérica como quer fazer parecer a matéria (“como os capangas de Mato Grosso”), ele usou o pronome possessivo "seus", que sem dúvida individualiza pessoas contratadas como segurança ou guarda-costas no Estado de Mato Grosso, que é a terra natal do ministro Gilmar. Ele disse exatamente o seguinte:"Vossa Excelência quando se dirige a mim, Vossa Excelência não está falando com os SEUS capangas do Mato Gosso ministro Gilmar, respeite, respeite!"

nada para aplaudir

dani (Advogado Autônomo - Civil)

Que pena ver cidadãos brasileiros aplaudindo e endossando a atitude do Ministro Joaquim Barbosa. Deveríamos nos preocupar com a postura de desrespeito dos Ministros diante do posto que ocupam e pela importância de sua função, que em tese seria defender a Constituição da República. São funcionários públicos e nos devem respeito. As diferenças de opiniões entre os Ministros deveria se dar no debate das teses, do Direito. O episódio enfraquece o Judiciário. A impunidade e o desrespeito só fazem aumentar com episódios tristes como este. Pensem um pouco, ao invés de aplaudir a "rinha" do poder.

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