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Números da Justiça

Justiça paulista tem 17,7 milhões de processos em andamento

A Justiça de São Paulo recebeu 464 mil novos processos em julho deste ano. A estatística mostra que estão em tramitação mais de 17,7 milhões de ações no estado. No mês, foram feitas 346 mil sentenças e 121 mil audiências. Mais de 78 mil precatórias foram cumpridas.

O Tribunal do Júri fez 525 sessões durante o mês. Foram efetivadas 418 adoções, das quais 407 por brasileiros e 11 por estrangeiros. Houve 13,3 mil acordos nos Juizados Especiais Cíveis. Desse total, 5,8 mil foram feitos por conciliadores e 2,6 mil por juízes em audiências. Os outros 4,8 mil são acordos extrajudiciais comunicados ao juízo.

Foram registradas, ainda, 13 mil execuções de títulos extrajudiciais e nos Juizados Especiais Criminais foram oferecidas 1.096 denúncias, das quais 996 recebidas e apenas 100 foram rejeitadas.

No mesmo mês, foram feitas 16,1 mil atendimentos e orientações a causas de fora da competência dos Juizados Especiais Cíveis. Nos Juizados informais de conciliação, foram recebidas 2.691 reclamações, com 1.214 acordos – 257 extrajudiciais, 921 obtidos por conciliadores e 96 por juízes em audiências.

Revista Consultor Jurídico, 2 de setembro de 2008, 11h51

Comentários de leitores

6 comentários

Perde-se muito tempo julgando bandidos cruéis. ...

RBS (Advogado Autônomo)

Perde-se muito tempo julgando bandidos cruéis. Casos onde temos pessoas crueis agindo contra indefesos (os tipicos crimes do dia a dia) devem ser punidos rapidos e com rigor. Chega de lenga-lenga. É ruim para todo mundo, inclusive para o proprio preso. Ao invés de cumprir pena fica ai postergando uma decisão e aprontando mais na rua.

ANA LÚCIA, Pelo que entendi, a senhora é d...

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

ANA LÚCIA, Pelo que entendi, a senhora é da turma que entende certo ""passar a mão na cabeça do bandido""? Ou seja, não punir com rigor aquele que lesou para não beneficiar, ou melhor, não aplicar a EFETIVA justiça com aquele que foi lesado? É ISSO?

ANA LÚCIA, O Estado até que incentiva, o pro...

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

ANA LÚCIA, O Estado até que incentiva, o problema é que só serve para tapar o sol com a peneira. O principal que é levar pacificação as relações sociais, isso o Judiciário não faz na mediação ou conciliação. O problema de "se for irrisória a proposta não aceitar" é que esbarra noutra questão de suma importância, CELERIDADE processual. Qdo se agenda uma conciliação e esta não se resolve, irá ser agendada a audiência de instrução e julgamento para daqui só Deus sabe qdo. Deveria TODAS AUDIÊNCIAS SEREM UNAS, como na Justiça do Trabalho. Quanto ao dano moral, entendo que é de ordem subjetiva e o material de ordem objetiva. O fator punitivo DEVE existir tb. Se sou juiz, a diferença que faço é aplicar uma condenação por danos morais em valores beeem elevados e não digo que é como fator inibitório TAMBÉM, e sim, apenas compensador da angústia, etc. Tudo é possível. Porque a senhora acha que a Lei Municipal Cidade Limpa 14.223 de SP deu certo??? Pelo fator PUNITIVO (multa) e alto. Não é essas ninharias que o Judiciário/SP tem dado em condenações. Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br

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