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Ruído na comunicação

Universidade diz que falhou em anúncio sobre Exame da OAB

O Centro Universitário Campos de Andrade (Uniandrade) afirmou que uma falha de comunicação gerou o anúncio que colocou a faculdade como a número um em aprovações no Exame da OAB no Paraná. A entidade dos advogados divulgou nota na quinta-feira (3/7) dizendo que a universidade publicou propaganda com informações inverídicas sobre a posição da instituição no ranking dos aprovados.

Segundo a escola, a falha aconteceu no momento em que o anúncio era criado “gerando um equívoco de informações, desde o briefing até a finalização do material realizado”. O gerente de marketing Marcelo Borges pediu a compreensão da OAB-PR porque a propaganda foi feitas às pressas. A peça foi repassada os jornais de Curitiba sem a prévia autorização do diretor.

No anúncio, a universidade diz que foi a instituição no estado com o maior índice de aprovações nos exames em 2007 e 2008. Segundo dados da OAB, no entanto, a faculdade teve 18,75% dos seus bacharéis aprovados no 3º Exame de Ordem de 2007, concluído no início deste ano. Isso significa que foram aprovados 63 dos 336 dos candidatos, o que coloca a instituição na 35ª posição entre as escolas do estado.

A OAB paranaense diz que, na primeira fase do 1º Exame de Ordem de 2008, a Uniandrade ficou em 28º lugar, com 50 aprovados dos 290 inscritos. Os resultados da segunda fase ainda não foram divulgados.

Leia a nota de retratação

De acordo com o que foi publicado nos jornais do dia 03 de junho de 2008, vimos por meio desta, informar que, o anúncio publicado em jornais desta capital, teve uma falha de comunicação em uma das células que fazem parte da ramificação, gerando um equívoco de informações, desde o briefing até a finalização do material realizado externamente.

Verificamos e constatamos o erro, o qual ocorreu no desvio da informação. Por estarmos em serviços externos pelo Centro Universitário, solicito vossa compreensão, pois a informação chegou às 16h00 e precisavam aprovar o anúncio até as 17h00, o que tornou o período muito curto, sendo repassado aos veículos sem minha prévia autorização. Checamos o problema e já tomamos as providências cabíveis.

Desde já contamos com a compreensão e colaboração de todos.

Marcelo Borges

Gerente de marketing

Revista Consultor Jurídico, 4 de julho de 2008, 17h53

Comentários de leitores

2 comentários

DOU UM DOCE Pra qualquer um que conseguir ex...

Ticão - Operador dos Fatos ()

DOU UM DOCE Pra qualquer um que conseguir explicar o que quer dizer essa frase: "... uma falha de comunicação em uma das células que fazem parte da ramificação, gerando um equívoco de informações, desde o briefing até a finalização do material realizado externamente." O problema foi de biologia "celular" ? Ou talvez, por "ramificações", próximo de ramal, a telefonista seja a responsável ? Pergunto eu. Esse tipo de explicação não seria "justa causa" para um processo por, digamos, Cenas Explícitas de Marketês ? Não cabe multa por "Danos Auriculares" ? Ou talvez indenização por "Abuso de Tergiversações" ? Enfim, será que algum operador do direito não pode tomar alguma atitude, pro bono, para proteger os leitores ? .

Então tá. Mas acho que a retratação só será vál...

Luke Kage (Advogado Sócio de Escritório)

Então tá. Mas acho que a retratação só será válida se a instituição publicar novo anúncio, nos mesmos veículos de comunicação e com igual destaque, esclarecendo que não é a 1ª em aprovação no exame, mas sim a 35ª. Pago pra ver, hehe

Comentários encerrados em 12/07/2008.
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