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Arte na Justiça

TJ paulista recupera centro cultural para preservar história

Para preservar a documentação histórica e a memória do Judiciário, o Tribunal de Justiça de São Paulo está recuperando seu centro cultural, no bairro da Liberdade. Conhecido como Palacete de Sarzedas, o edifício abriga, desde dezembro, o centro cultural e o museu do TJ paulista.

"Graças à ação de desembargadores e de funcionários do TJ, o local, que estava abandonado há décadas, recuperou seu velho esplendor", afirma o coordenador do centro cultural, desembargador Alexandre Germano. O desembargador explicou que o espaço abrigará cursos de aperfeiçoamento, redação, artesanato, oferecidos aos funcionários do tribunal. Já para o público externo, haverá exposições permanentes e itinerantes de fotografia, pinturas, esculturas, livros e artesanatos.

O desembargador afirmou que o investimento em educação extra-curricular para os funcionários do TJ é importante. "Por isso, a criação do espaço. Somente com servidores bem treinados e motivados é que poderemos melhorar o atendimento e a qualidade dos serviços prestados por eles".

A diretora do centro cultural, Elisabete Pires, explica que o local será responsável pela modernização e ampliação das atividades realizadas pelo Museu do Tribunal. O acervo, que inclui mobiliário, quadros, esculturas e acessórios, é proveniente de vários Tribunais de Alçada que foram desativados em 2002.

Segundo Elisabete, o objetivo das exposições é incentivar o trabalho desenvolvido pelos funcionários do TJ. A diretora afirmou que já está aberto o credenciamento para os futuros expositores.

O prédio, que atualmente abriga o centro cultural, foi construído por volta de 1891 a pedido de Luís de Lorena Rodrigues Ferreira, descendente do Conde de Sarzedas e deputado por São Paulo. O palacete era um presente para sua futura mulher, a jovem francesa Marie Luise Dallanger. Conta-se que, com 60 anos de idade e apaixonado pela garota de 18 anos, Luís mandou levantar a edificação que ficou conhecida como "Castelinho do Amor".

Serviço

Rua Conde das Sarzedas, 100

Horário: das 13 às 17 horas, de segunda à sexta-feira.

Visitas deverão ser agendadas pelo telefone (11) 3101-9499

Revista Consultor Jurídico, 16 de fevereiro de 2008, 0h01

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