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Reação no TST

Presidente do TST diz que ameaça de morte não inibirá juízes

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Francisco Fausto, disse que as ameaças de morte feitas a juízes trabalhistas em Campinas e outras cidades do interior de São Paulo não vão inibir a atuação desses magistrados.

"As ameaças não vão prejudicar o trabalho desses juízes, mas de qualquer maneira geram certa apreensão", admitiu Francisco Fausto ao tomar conhecimento da acusação feita pela Amatra (Associação dos Magistrados do Trabalho da 15ª Região - Campinas) sobre as ameaças de morte que se repetem há dois anos por cartas e telefonemas.

O presidente da Amatra, Marcos Porto, disse ao site Consultor Jurídico que suspeita que as ameaças são feitas por "pessoas que têm seus interesses prejudicados em processos judiciais". O caso está sendo investigado pela Polícia Federal.

“Essas ameaças pontuais, provavelmente de pessoas mal-sucedidas em processos da Justiça do Trabalho, são lamentáveis”, disse o presidente do TST. "O juiz deve ter liberdade e força para decidir", afirmou.

Leia notícia sobre as ameaças

Revista Consultor Jurídico, 24 de maio de 2002, 17h59

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