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Traje desapropriado

Partido veta aparição de candidata de lingerie em horário eleitoral

O Partido Liberal vetou a aparição da candidata a deputada federal, Marinara Costa, vestida de lingerie cereja no horário eleitoral gratuito do Rio de Janeiro. Para tentar conseguir votos dos eleitores, a modelo e policial pretendia aparecer com trajes íntimos e dizer: “Votar é como transar. Só vale a pena se for com amor”. A candidata defende a não-obrigatoriedade do voto.

O Bispo Rodrigues, presidente do PL no Rio, não gostou da idéia da modelo. Por isso, ela apareceu no programa de quinta-feira (29/8) dançando com um vestido colante. No fim, simulou uma pistola com os dedos, deu um ‘tiro’ e, em seguida, uma sopradinha. A candidata pretende ir à Justiça se a proibição do partido prevalecer.

“O PL é o Partido Liberal, prega liberdade, não libertinagem. Entendo a luta dela. Sempre trabalhou na noite, em eventos, era dançarina. Mas as imagens não condizem”, disse o bispo, da Igreja Universal.

A polêmica deve continuar em setembro. No dia 8, haverá carreata “com mulher bonita e corpos saudáveis” e seu Marinaramóvel – Fusca branco decorado com corações – em Ipanema.

Fonte: O Dia online

Revista Consultor Jurídico, 30 de agosto de 2002, 13h14

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