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Coluna do Rio

RJ: Telemar é campeã de ações nos Juizados Especiais

A Telemar é a empresa campeã de reclamações nos Juizados Especiais Cíveis no Rio de Janeiro com 2.356 ações. Em segundo lugar, está a Cerj com 662 reclamações. A Light fica em terceiro, com 285. Em quarto lugar está a Credicard com 179 ações. As outras empresas mais reclamadas foram Cartão Unibanco, Embratel, Banco do Brasil, Unibanco e Ponto Frio.

Os dados de outubro serão publicados na próxima semana no Diário Oficial do Tribunal de Justiça do Rio. Pela primeira vez, o Diário Oficial do TJ-RJ publicará todos os meses os nomes das empresas mais reclamadas.

Raças e criminalidade

Nos presídios fluminenses há mais brancos do que negros. É o que demonstra a Estatística do Sistema Penitenciário Brasileiro do Rio, feita em outubro. No mês passado, estavam presos 5.275 brancos e 3.979 negros. O registro mostrou 6.306 pardos e 1.055 pessoas 'sem informação'.

A baixa escolaridade domina nos presídios. Dos 16.615 presidiários, 1.566 são analfabetos, 9.425 têm o ensino fundamental incompleto e 2.480, o fundamental completo. Somente 54 presos possuem curso superior completo.

Orgulho carioca

Pela primeira vez em sua história, o Órgão Especial do Tribunal de Justiçado Rio se reunirá em sessão extraordinária para homenagear o novo ministro do STJ, Luiz Fux.

Carioca de 48 anos, Fux é o primeiro juiz de carreira que alcança um tribunal superior pelo Estado do Rio. A cerimônia está marcada para segunda -feira (26/11), às 17 horas.

Mais varas

O presidente do STJ, ministro Paulo Costa Leite, entregou ao presidente da Câmara dos Deputados, Aécio Neves, o anteprojeto que prevê a criação de mais varas federais.

Costa Leite sugere criação de varas no interior do Brasil, onde não existem instâncias federais para se recorrer.

Lavagem de dinheiro

A juíza Denise Frossard fará palestra no auditório do campus da Barra da Universidade Veiga de Almeida, no próximo dia 29, sobre 'A lavagem de dinheiro e terrorismo'.

'Os alunos de Direito precisam criar intimidade com as novas leis criminais. Quero demonstrar como essas leis funcionam. Há poucos casos registrados no Brasil', observa.

Revista Consultor Jurídico, 23 de novembro de 2001, 10h15

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