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Coluna do Rio

Mc Donald's responde ação por causa de sanduíche com vermes

O garoto Vincent Ingram, de 11 anos, entrou nesta terça-feira (3/7) com uma ação no valor de US$ 1 milhão contra o Mc Donald's. Ele diz ter comido um sanduíche que estava cheio de vermes. Segundo a agência Reuters, o fato teria acontecido no dia 29 de junho, em Detroit. De acordo com o seu advogado, Arnald Reed, o menino descobriu os vermes depois de dar uma mordida em seu sanduíche quando estava em casa. "A irmã estava ao lado e começou a gritar ao ver aquelas coisas saindo de sua boca", disse Reed.

Segundo Reed, o garoto engoliu pelo menos meia dúzia de vermes. Para provar isso, a mãe de Vincent guardou o resto do sanduíche e o seu vômito. "Desde que o fato aconteceu, ele está histérico e não quer mais comer", afirmou o advogado. Em uma nota à imprensa, o Mc Donald's afirma que as alegações são questionáveis, mas irá apurar o caso com rigor.

Gugu x Thiago Lacerda

O apresentador Gugu Liberato não compareceu na audiência, na 17ª Vara Cível do Rio de Janeiro, em que seria ouvido pela brincadeira que fez em seu programa com o ator Thiago Lacerda. Na ocasião, Gugu disse que leiloaria uma cueca do ator, que resolveu processá-lo. A juíza, Teresa de Andrade Castro Neves Nogueira, manteve o pedido de perícia e disse que, se for necessário, será marcada nova audiência.

Empurra-empurra

A 6ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio concedeu liminar para a agência de viagens, GPV Turismo, suspendendo a cobrança de débito referente a venda de passagens com cartão clonado. A cobrança estava sendo feita por administradoras de cartão de crédito e empresas aéreas.

Na ação, a advogada da GPV, Cristina Clark, afirma que a Visa Net, Credicard e Amex cobram das agências de turismo o prejuízo gerado por venda de passagens a portadores de cartão clonado. Pela estimativa das agências, nos últimos seis meses, o prejuízo do setor com cartão clonado foi de R$ 5 milhões somente no Rio.

Fila demorada

A situação dos doentes que esperam órgãos para transplante no Rio é dramática. A espera por um fígado, por exemplo, demora quatro anos. Associações que apóiam os doentes vão fazer denúncia à Alerj, na próxima semana.

O Ministério Público Federal está sendo omisso. Há quase um ano promete agilizar termo de responsabilidade a ser assinado pelos governos estadual, municipal e federal, além de outras medidas práticas, mas nada faz. Enquanto isso, os doentes morrem durante a espera.

Revista Consultor Jurídico, 3 de julho de 2001, 17h55

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