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PF deve concluir inquérito

Arma que matou o juiz Amaral pertence à escrevente do fórum

A Polícia Federal já sabe de quem é a arma usada para matar o juiz Leopoldino Marques do Amaral, de Mato Grosso. Ela pertence à escrevente Beatriz Árias que deve voltar a depor nesta quarta-feira (6/10), em Cuiabá.

Beatriz, juntamente com seu tio, Marcos Peralta Árias já vinham sendo apontados como os principais suspeitos do crime. O que ainda não se sabe é o papel que Beatriz teve no assassinato. Os investigadores, contudo, já teriam apurado que não foi ela quem atirou em Leopoldino.

O Superintendente da Polícia Federal em Cuiabá, Cláudio Luiz da Rosa, afirma que nenhuma hipótese está descartada, mas não quis confirmar a tese de que o crime teria razões passionais, como têm afirmado, confidencialmente, desembargadores do TJ mato-grossense.

Beatriz teria tido, anteriormente, um caso amoroso com o juiz Leopoldino Marques do Amaral. Teria sido ele, inclusive, quem a ajudou a obter o atual emprego na justiça local.

A tese de crime passional – que questionaria o ato heróico do juiz – chegou a ser defendida por um jornal do Mato Grosso. Cogita-se, entanto, que Beatriz teria sido usada, voluntariamente, como isca para a armadilha em que Leopoldino caiu.

Revista Consultor Jurídico, 5 de outubro de 1999, 0h00

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