De que estados vieram? Onde estudaram?

Quem são e quem foram
os ministros do Supremo Tribunal Federal.

O Rio de Janeiro, capital federal
até 1960, foi quem mais cedeu ministros ao STF: 33. Minas e SP
vêm em seguida, com 30 e 25,
cada um.

Criada por dom Pedro 1º em 1828, a corte chamava-se Supremo Tribunal de Justiça, mas com poderes esvaziados diante dos Tribunais de Relação de Recife, Rio, Salvador e São Luís.

Com a Proclamação da República,
a denominação Supremo Tribunal Federal foi adotada na Constituição Provisória publicada em 22 de junho de 1890.

Das Arcadas do Largo de
São Francisco, tradicional curso de Direito da USP, saíram 55 ministros.

Em seguida vem a Faculdade de Direito do Recife, a mais antiga do Brasil ao lado da de SP, criada em 11 agosto de 1827. A hoje UFPE já cedeu 40 ministros à mais alta Corte de Justiça.

A antiga Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, hoje parte da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), soma 21, e vem em seguida.

A região Nordeste, hoje representada pelo ministro
Nunes Marques, da Federal do Piauí, já teve 52 ministros de
9 estados diferentes: 14 deles concentrados na Bahia.

O STF hoje tem dois da USP:
Toffoli e Alexandre.
Demais: Gilmar (UnB), Lewandowski (Faculdade de Direito de São Bernardo), Fux (UFRJ),
Cármen (PUC-MG), Rosa (UFRGS), Fachin (UFPR) e Barroso (Uerj).

O atual formato é da Constituição de 1988.
Os 11 ministros são nomeados pelo presidente da República, devendo ser aprovados pelo Senado. Idade para aposentadoria compulsória é de 75 anos. 

O santista André Mendonça, indicado pelo presidente Bolsonaro à vaga de Marco Aurélio, fez Direito na Toledo, atual Centro Universitário de Bauru (SP).