Estúdio ConJur

Aos 75 anos, Peixoto & Cury se mantém no topo ao absorver tecnologia e cultura

18 de dezembro de 2023, 9h00

Especialmente movimentado em um mundo que ainda mantinha abertas as cicatrizes da guerra, o ano de 1948 viu os Estados Unidos dar início ao Plano Marshall de recuperação da Europa, o líder pacifista Mahatma Ghandi ser assassinado, a constituição do Estado de Israel e a aprovação, pelas Nações Unidas, da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O Brasil vivia a sua primeira experiência democrática, após o abandono do Estado Novo, com a promulgação da Constituição de 1946. O frescor de novos tempos sobrevinha com o acentuado processo de industrialização e a inauguração do Museu de Arte de São Paulo.

Antonio Carlos Aguiar Peixoto & Cury

Antonio Carlos Aguiar está há 35 anos no escritório Peixoto & Cury Advogados

Foi nesse contexto que nasceu o Peixoto & Cury Advogados: um escritório que — estimulado pelos desafios de seu tempo e cuja história se confunde com as transformações jurídicas e sociais que o Brasil viveu — alicerçou sua capacidade de coordenar as necessidades dos clientes com as soluções trazidas pelos avanços sociais e tecnológicos. Com 35 anos de casa em uma das principais bancas full service do país, com know how na área trabalhista, Antonio Carlos Aguiar tem descoberto, junto com toda a equipe, um caminho disruptivo para se manter no topo do assessoramento das principais companhias.

De acordo com ele, o compromisso com a ética e a integridade formaram a base de relacionamentos duradouros com clientes que confiaram na habilidade do escritório de oferecer soluções jurídicas inovadoras. “Essa tradição de excelência foi mantida e aprimorada por sucessivas gerações de advogados, que contribuem para o crescimento do escritório e trabalharam pela instalação de importantes empresas multinacionais, posicionando o país no mapa da economia globalizada”, afirma o sócio do Peixoto & Cury Advogados.

Para Aguiar, a capacidade de se adaptar a mudanças cada vez mais rápidas, trazidas pelas novas tecnologias, é uma marca que orienta os profissionais permanentemente. “Essa postura, guiada pela filosofia de criatividade, visão disruptiva e coragem para enfrentar o desconhecido, se traduz numa abordagem multidisciplinar que transcende as fronteiras tradicionais da prática jurídica.” Segundo ele, a aplicação de perspectivas diversificadas não apenas fundamenta a resolução de casos complexos, “mas reflete o compromisso contínuo do escritório com a busca de soluções”.

“Estive no Vale do Silício não só para ver as inovações, mas para entender, e especialmente observar, a questão cultural. No LinkedIn e na Meta, verificamos exatamente como é diferenciado o dia a dia — e como ele é dinâmico”, destacou Aguiar. “Essa questão disruptiva nas relações de trabalho exige uma mudança exponencial nas novas relações, a qual todos nós (prestadores, tomadores de serviços, legisladores e a própria Justiça) teremos de absorver, com a solução de possíveis conflitos.”

Ele lembra que, em um ambiente de desenvolvimento de tecnologia de ponta, negócios são fechados em poucas horas de conversa. “No Vale do Silício víamos as pessoas conversando assim: ‘Tenho uma startup e queria falar com você’. E, depois de uma rápida conversa, a resposta era: ’Gostei, vamos tocar o projeto’”, frisou Aguiar. “Já absorvemos esse novo mindset e conseguimos acompanhar essas necessidades.”

Se o passado é motivo permanente de orgulho e celebração, é o futuro que move o Peixoto & Cury, finaliza o sócio da banca. “Por isso aproveitamos a oportunidade para reafirmar seu compromisso com a vanguarda e a inovação no Direito em face dos desafios que ainda não conhecemos. Os próximos 75 anos estão só começando.”

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