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Comentários de leitores

8 comentários

Agências de notícias

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Desde que foram criadas, no século XIX, as agências de notícias "orbitaram" o mundo das finanças internacionais, grandes conglomerados financeiros e, para muitos, foram um dos fatores que alavancaram e consolidaram o capitalismo. Basicamente, a agência de notícias foi criada naquela época, em que os meios de transporte e de comunicação eram lentos, pois já existia o telégrafo e as informações poderiam ser transmitidas entre a agência e seus correspondentes. Na verdade, muitos jornais pequenos, que não tinham condições de manter correspondentes espalhados pelo mundo, simplesmente divulgavam as notícias editadas nas agências de notícias, o que, de resto, é feito até hoje. A quase totalidade dos jornalistas não verifica a autenticidade da notícia ou se há impropriedades, simplesmente divulga, "passa adiante, pelo preço que comprou".

Ivermectina

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Alguns dos muitos estudos científicos sobre a eficácia de seu uso no tratamento da Covid

"Ivermectina : estudo feitos no SUS demonstra eficácia de 48% na redução da mortalidade da Covid"
https://medicospelavidacovid19.com.br/noticias/ivermectina-estudo-feito-no-sus-demonstra-eficacia-de-48-na-reducao-da-mortalidade-da-covid-19/
r/>"Global Trends in Clinical Studies of Ivermectin in Covid-19"
The Japanese Journal of Antibiotics
https://pgibertie.files.wordpress.com/2021/03/74-1_44-95.pdf

Fronteiras na era da pós-verdade e do anti-intelectualismo

Serventuário aspirante à Caio Musônio Rufo (Serventuário)

Dr. Luã Jung, certamente seu propósito foi cumprido com esses 2 textos. Parabéns! Concordo aqui com a argumentação de ECFRITZ (Outros). Para além disso, a grande questão que fica, em todo esse celeuma sobre a verdade, é onde se encontra a fronteira entre a ciência e a não-ciência (senso comum) para estabelecê-la. Talvez a atual visão da pós-verdade e do anti-intelectualismo esteja infelizmente se espalhando pelo mundo, tal qual um vírus, devido a duas coisas: O status de autoridade suprema (e arrogante muitas vezes) da ciência sobre todos os fatos da vida e a falta de acesso das massas ao pleno conhecimento. Questões tão difíceis de se resolver quanto o estabelecimento, constatação e/ou construção da verdade pelo viés do relativismo cognitivo ou pelo viés do realismo filosófico na atualidade. Porém, ainda que esta fronteira muitas vezes mal demarcada, tanto nas "ciências da natureza" quanto nas "ciências humanas", cause muita confusão e ressentimentos, ela existe e deve ser melhor estudada e estabelecida. Ademais, em relação ao esclarecimento das massas será necessário mudarmos nossas atitudes, como estudiosos, para, com empatia, realizarmos o quanto antes o acolhimento e o esclarecimento dos não-cientistas. Afinal, como disse Gunnar Myrdal, "a ciência nada mais é que o senso comum refinado e disciplinado."

Covid e a filosofia da vedade (2)

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

(CONTINUAÇÃO)
E a grande mídia e muitas instituições "científicas" e médicos e cientistas "midiáticos" apregoavam que nenhum tramento seria apropriado para a Covid a não ser as vacinas que ainda estavam em "estudos". Ao final desses "estudos", a indústria farmacêutica apresentou uma "vacina" que, segundo milhares de cientistas no mundo inteiro, não se encaixa no conceito de vacina, pois é, na verdade, uma terapia genética. Ademais, o tempo mínimo necessário para considerar uma vacina segura é de cinco anos para observar os efeitos adversos de curto, médio e longo prazo nos voluntários. Nada disso foi feito e, em países como o Brasil, meia dúzia de ministros do STF consideraram "constitucional" a obrigatoriedade da vacinação com essa terapia genética experimental.
Várias pessoas saudáveis, sobretudo jovens, têm falecido quase imediatamente após receberem a vacina aqui no Brasil, além de outras tantas que sofreram graves efeitos adversos de inflamação no coração e trombose com amputação de membros.
Então, vemos que uma coisa é o que uma suposta Ciência e "cientistas" na folha de pagamento das indústrias farmacêuticas (conflitos de interesses-financiamento de pesquisas, altos cargos nos laboratórios, altos cargos em universidades, etc.) dizem e outra coisa é a realidade, as pessoas vitimadas por uma "vacina" experimental compulsória. Era o que os nazistas faziam na II Guerra e, hoje, fazem no Brasil "com Supremo, com tudo".
Desse contexto, a meu ver, extraem-se as seguintes premissas:
1) a verdade refere-se ao conhecimento disponível no momento de sua afirmação (quem conhece ou deveria conhecer)
2) a verdade refere-se aos fatos (cuidado-"o importante não é o fato e sim a versão")

Imagine a seguinte situação

ECFRITZ (Outros)

Um general tem que mandar a guerra 100 mil soldados, sabendo que 50 mil morrerão. Mas há uma arma que dará aos soldados uma vantagem muito grande. Se os 100 mil soldados fossem a guerra com essa nova arma, em vez de morrerem 50 mil, morrerão 10 mil. Mas a nova arma esta em teste. De cada mil, uma dá problemas, e quando acionada explode no rosto de quem as porta. Calculando: 100 mil soldados armados, igual 100 soldados mortos por defeito na arma. Mais 10 mil mortos esperados. Total de 10100 mortos. Pergunto: o que é melhor ! 50 mil mortos ou 10100 mortos ? Ainda que a vacina possa ter efeitos colaterais fatais, a doença mata muito mais. Sem comparação. Quanto aos tratamentos sem vacina, tipo invermectina, se houvesse alguma verdade, seria impossível calar cientistas, laboratórios de 189 países. Quanto a possível terapia gênica de algumas vacinas, o ser humano come mal e errado, se droga, toma bebidas, já come transgênicos já algum tempo e toma remédios a toa. Com certeza com a vacina não vai virar lagartixa.

Covid e a filosofia da vedade

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Dr. Luã, congratulações pelo excelente artigo. Grata pelas indicações bibliográficas sobre o tema, vou aprofundar os estudos.
Tudo o que envolve a dita pandemia Covid-19 é um vasto campo para pesquisa, análise e conclusões sobre o tema desse seu artigo, Dr. Luã. A começar pelo próprio conceito científico de "pndemia", que foi alterado às pressas e pouco antes do anúncio da dita pandemia Covid-19 para se ajustar tanto aos interesses da OMS e aos propósitos do protocolo sanitário internacional _ que, no Brasil foi aprovado pelo Senado às pressas, dias antes do anúncio da "pandemia", após ter ficado "mofando" no Congresso desde que o tratado foi assinado em 2004_ quanto aos interesses da indústria farmacêutica.
Paralelamente, médicos renomados como o Dr. Didier Raoult _que dez anos antes da dita pandemia vinha fazendo pesquisas com a hidroxicloroquina em estudos científicos com voluntários para uso em outras doenças além da malária_ foi difamado, perseguido e publicamente chamado de "curandeiro", inclusive por outros médicos e cientistas. O Dr. Raoult já tinha estudos de êxito do uso da hidroxicloroquina em outras doenças virais. Passou a administrar o tratamento em pacientes de Covid que, voluntariamente, escolheram essa terapia. Em meados de maio/20, o Dr. Raoult já tinha uma centena de casos de êxito em Covid. Foi quando ocorreu um "assalto" aos estoques de cloroquina do Ministério da Saúde da França, o que reduziu demais a quantidade de medicamento disponível para o hospital do Dr. Raoult. A grande mídia, a seu turno, fez (e faz) intensa campanha difamatória do tratamento precoce, pois o "único" tratamento seriam as vacinas.
(CONTINUA)

Sentindo a Ciência até um tempo atrás!

Nado Pinto da Silva (Administrador)

Ninguém julga um tratamento com base em experiencia individual!

Agradecimento

Stanlei Ernesto Prause Fontana (Serventuário)

Agradeço ao autor por ter compartilhado as reflexões. Sem dúvida, atingiu o

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