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Secretário-geral do CFOAB prega união da advocacia durante posse da OAB-GO

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Buda tem que fugir da cidade encantada

Geraldo Lobato Carvalho Junior (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Até parece que vivemos como habitantes privilegiados e voluntários de um país encantado. distante e fictício, como aquela criado para o Príncipe Sirdata, na India.
Estamos dormentes e cegos para a triste realidade brasileira e não reconhecemos nossa surdez aos apelos da sociedade.
O cidadão está condenado à pena de desesperança, muitos morrem a suspirar pela prestação jurisdicional que não chega, pois os processos de arrastam a passos de jabuti, levam anos, décadas. Um simples mandado de segurança ou um habeas corpus leva meses para ser decidido. As ações adquirem ácaro pelo tempo, sem solução, macrocospicamente a injustiça que contamina o país é gritante (liberdade desrespeitada, desigualdade social, desemprego, direitos humanos violados - prisões por opinião, julgador é vítima e denunciante etc,). Talvez, seja até apropriado chamar de hipocrisia o faz-de-conta do arcabouço jurídico brasileiro. O Judiciário isolado numa redoma de vidro, não interagindo com a o cidadão.
A OAB não diz nada, e o advogado é quem precisa justificar o atraso da Justiça.
Essa não é a OAB que os advogados esperam.
Estamos falhando em nossa missão constitucional. Não assumimos integralmente o nosso papel político. Não fazemos o nosso dever de casa. A OAB e Advocacia não fazem do Judiciário o que dele quer a Constituição Federal.

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