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Liminar de Lewandowski

Estados e municípios podem vacinar adolescentes sem comorbidades

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Comentários de leitores

8 comentários

Vacina não evita a transmissão

Paulo Marcelo (Advogado Autônomo - Civil)

A principio, não há qualquer dúvida científica de que a vacina não se presta a evitar a transmissão do vírus, que um individuo eventualmente se contamine. Ou seja, exigir a vacinação sob o fundamento de que isso é um bem social etc. não passa de pretexto criminoso dessas autoridades sanitárias e ao que vemos, lamentavelmente, judiciárias.
Isso sem mencionar que a vacina não está impedindo sequer a contaminação do vacinado, embora alguns afirmem que os efeitos ou sintomas dela sejam menores aos vacinados. No entanto, isso não implica sob nenhum lógica, minimamente razoável e cientifica, que se obrigue à vacinação apenas pelo fato disso evitar novas contaminações a terceiros e dessa forma garantindo a incolumidade social ou coletiva (suprema em relação ao interesse individual).

Absurdo

Paulo M. Rosa (Estudante de Direito)

Simplesmente um absurdo o STF passar por cima da autoridade da Anvisa. Um ministro do STF não tem condições técnicas para analisar se uma vacina deve ou não ser aplicada. Lamentável.

Criticas

doniAssis (Administrador)

pós concluir o envio de vacinas Covid-19 para a imunização, com a primeira dose, da população adulta brasileira, o Ministério da Saúde recomenda a vacinação de adolescentes, entre 12 e 17 anos, com comorbidades. Essa orientação é baseada na recomendação da Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A pasta não recomenda, neste momento, a vacinação dos adolescentes que não apresentem algum fator de risco. A orientação é baseada, entre outros fatores, em evidências científicas que consideram o baixo risco de óbitos ou casos mais graves da Covid-19 neste público. Entre os adolescentes, de 15 a 19 anos, que morreram por Covid-19, 70% tinham pelo menos um fator de risco. Entre os mais de 20 milhões de adolescentes brasileiros, apenas 3,4% têm alguma comorbidade, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019. Esse número representa cerca de 600 mil jovens nesta faixa-etária.

“O Ministério da Saúde pode rever a sua posição, desde que haja evidências científicas sólidas em relação à vacinação em adolescentes sem comorbidades. Por enquanto, por uma questão de cautela, nós temos eventos adversos a serem investigados. Nós temos essas crianças e adolescentes que tomaram essas vacinas que não estavam recomendadas para eles. Nós temos que acompanhar esses adolescentes”, ressaltou o ministro da Saúde Marcelo Queiroga nesta quinta-feira (16), durante uma coletiva para esclarecer o assunto.

O Ministério da Saúde aguarda a conclusão da investigação de um evento adverso grave pós vacinação, com morte, de uma adolescente de 16 anos, moradora de São Bernardo do Campo (SP), que foi notificado pelo estado de São Paulo nessa quarta-feira (15). Até o momento, não é possível saber se a morte da adolescente,

É o presidente responsável ?

Eudson (Praça do Exército)

Não irei vacmesm

Mais um ano letivo perdido . os professores da minha filha empurraram com a barriga o ano passado aulas Ctrl+c Ctrl+v no final do ano a aprovaram , esse ano com vacina ou não seguindo o mesmo método faram o mesmo , vem PT/ PSOL e PCdoB contar historinhas de lewandowsk , para retomada de aulas,
Ano que vem, com mais informações a respeito dessas vacinas experimentais ela se vacina

Criticas

doniAssis (Administrador)

Este STF

Mais uma vez o STF impede o Governo Federal de agir!!

R.A.R (Advogado Autônomo - Administrativa)

Como acontece desde o início da Pandemia, o STF impede que o Governo Federal possa coordenar as ações na Pandemia.
O MS agiu em razão da morte do adolescente em SP, fato que o próprio interessado investigou e em tempo recorde afastou a possibilidade de a morte ter sido causada pela doença. Existem mortes que mesmo diante das evidências levam meses para serem esclarecidas, mas a do adolescente foi resolvida e forma relâmpago, eficiência que gostaríamos muito que existisse sempre, mas que não ocorre.
Assim, entendo, que o MS agiu corretamente, mas a esquerda nessa guerra criada contra o Governo Federal e contra o povo, faz o que quer com aval do STF.
Bom só o tempo dirá quem tem razão, espero que o povo não seja novamente o prejudicado pelos interesses escusos de políticos da esquerda. Essa sim, golpista.

Concordo!

AC-RJ (Advogado Autônomo)

Infelizmente, há partidos de esquerda que politizam o máximo que podem de acordo com a sua ideologia marxista, absurdamente até mesmo a vacinação e a saúde pública, em uma postura que visa atender os seus interesses políticos, ainda que venham a prejudicar a população.

O Código de Processo Civil no parágrafo 2º do artigo 300 afirma claramente que a “A tutela de urgência de natureza antecipada não será concedida quando houver perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisão”. No caso em pauta, não deveria ter sido concedida porque a vacina, uma vez aplicada, é irreversível. Assim, se futuramente for descoberto que há efeitos negativos na vacinação de adolescentes, incluindo óbitos, não haverá como reverter a situação dos vacinados. Só se deve vacinar tal população com absoluta segurança científica, que no momento não existe.

Vergonha,

Tarquinio (Advogado Autônomo - Empresarial)

Bolsonaro conseguiu atribuir a pecha de negacionista de vacina a qualquer um que se intitule de "direita".

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