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População só confiará no Judiciário se o conhecer, diz presidente da Apamagis

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Comentários de leitores

5 comentários

Povão

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

O povão não quer conhecer nenhuma instituição, porque não tem cultura e precisa sobreviver.
No momento, ele quer, pelo menos, ter uma refeição diária.
Depois que passar a pandemia - se passar - porque existe uma nova variante do Coronavírus -19 nascida na África do Sul - Omicron, será uma nova rodada para a sobrevivência.
Quanto aos advogados, que defendem interesses parciais, não gostam de Juízes e Promotores, porque estes não defendem interesses privados, mas interesses de toda a sociedade.
O advogado vive das inconstitucionalidades, das patifarias sociais, dos crimes, das agressões, dos desequilíbrios, porque quanto "pior", melhor, com a entrada nas contas bancárias dos "polpudos honorários", principalmente se for em dólares ou euros.
Como disse o ex-deputado Roberto Jefferson: - o advogado é o profissional do conflito, se alimenta dele, e para isso tem imunidade ( Direto ao Ponto com o jornalista - Augusto Nunes (https://www.youtube.com/watch?v=QuX-K37vmGc).

A frase central da entrevistada foi infeliz

Rafael Calegari (Serventuário)

Essa pesquisa mencionada pela presidente da entidade privada constituída para favorecer a magistrados de São Paulo parece indicar algo bem diferente do que a entrevistada afirma. Afirma ela que a população somente confiará no Judiciário à medida que o conhecer. Entretanto os dados da pesquisa mostram que a população conhece muito pouco do Judiciário, como rotinas de juízes que fazem muito pouco e ganham valores exorbitantes, incluindo adicionais proibidos pela Constituição. Conhecendo os valores da população brasileira e os preconceitos que a mesma têm acerca da média dos magistrados, qualquer agência de pesquisa de opinião pública revelaria o contrário do especulado pela entrevistada. Mais precisamente, a população não aprovaria nem os privilégios dos magistrados, nem a falta de cuidado com que os acórdãos são proferidos, em que no máximo um relator estuda os autos e os outros membros da câmara ou turma tradicionalmente o seguem sem ler os autos, nem a ausência dos juízes nas varas, que ficam por conta dos funcionários para fazer todo o serviço (até o que é da competência do magistrado, pago para tal). É melhor não dar essa ideia para os associados, se a atual presidente quiser mais uma reeleição! Fica de conselho.

Sucesso

AP Advogado (Advogado Autônomo - Criminal)

Desejo sucesso no exercício do mandato.

No mais algumas observações:

"A população, entretanto, só confiará no Judiciário a partir do momento que o conhecer".

Exa., não é uma crítica pela crítica, mas hoje em dia é melhor que a população não conheça o Judiciário para que o índice de confiança no mínimo se mantenha estável.

Nós, operadores do direito, incluindo advogados, promotores, delegados, fiscais, serventuários, sabemos como a banda toca aí.

Honestamente tem coisa feia e S. Exa. sabe.

Com relação ao cotejo. Comparar o Judiciário com o Legislativo e o Executivo é como chutar cachorro morto.

Quando comparado à OAB e ao MP, instituições que estão em pé de igualdade com o Judiciário embora não sejam Poderes do Estado, vocês ficam para trás.

O que cabe indagar é porque o Judiciário perde? Não seria porquê a sociedade vê seus integrantes como pertencentes a uma casta corporativista e que trata implacavelmente os pobres, mas são complacentes com os seus?

Não seria porque mandam prender e mantém a prisão de quem furta alimentos, mas são novamente complacentes com os colegas que recebem acima do teto?

Não seria porque num país de miseráveis recebem subsídios exorbitantes além de serem um dos Judiciários mais dispendiosos do mundo?

Não seria porque advogados, efetivos representantes da sociedade civil, têm dificuldades em ter acesso aos juízes, que aliás têm obrigação de recebê-los?

E os desmandos que são feitos sob o manto do "aqui é minha vara", "aqui decido assim", "não sigo este entendimento", "se quiser recorra".

É Dra., há muito a ser feito. Se realmente quiser trabalhar a senhora encontrará resistências. Oxalá que as vença.
Há muito a ser feito Doutora, mas lhe desejo sorte!

Juizes e superiores

Ataíde Pereira Brisola (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O judiciário será reconhecido pela população quando parar de errar. Parar com os escândalos envolvendo juízes e quando descerem do seu pedestal e se misturarem com a população para sentir suas necessidades e parar de julgar ganhando milhões e julgando com a letra fria da Lei.

Conhecereis a verdade e ela vós libertará...

Ricardo Aroni (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Se a população conhecer a verdade sobre o Judiciário, verá que apesar da Constituição Federal ser clara, precisamos de lei para tentar conter o extrateto.
Verá ainda que só existem tantos recursos junto ao STJ pois, segundo voz corrente, os encastelados, muitas vezes delegam a subordinados a missão de decidir.
Verão que o mesmo órgão que prende por opiniões contrárias é o mesmo que declara, em Portugal, que são um Poder Moderador.
Enfim, ...

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