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Trabalho Contemporâneo

A ideologia na área trabalhista: os extremistas do "bem" e a necessidade de inimigos imaginários

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Comentários de leitores

5 comentários

Fogo amigo.

Leonardo Rodrigues Arruda Coelho (Oficial de Justiça)

Se o juiz trabalhista aplicar a lei será crucificado pelos partes. Em tempos remotos, era o contrário. Esgrimir argumentos metafísicos na fundamentação é pura vaidade. Cita-se mais termos filosóficos que jurídicos (axiológico, dialógico, e outros). O que importa é o dispositivo atacando a lei. A malfadada cultura referida pelo articulista é uma realidade, e poucos tiveram o denodo de expô-la. Até hoje ela só teve freio no STF.

Respeitar todas as opiniões

Fábio NF (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O ativismo judicial está desmoralizando o judiciário, vide julgamento da Adc 58 59 que deveria julgar a constitucionalidade da correção monetária pela TR e acabou agindo como legislador, extinguindo os juros na justiça do trabalho.
De outro norte, apesar de estarmos numa polarização quanto a diversas áreas que atingem a sociedade como um todo, devemos tomar o cuidado de não adjetivar todas opiniões contrárias como extremistas, sob pena de sermos de fato o extremista.

Excelente Reflexão e defesa

Alan Furtado (Outros - Trabalhista)

Ótima reflexão sobre o próprio texto (tão criticado por alguns). E fechar com a indicação do curto, hilário e atual filme, foi perfeito!

Paradoxo

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Parece que incidimos no afastamento da ‘justiça’: primeiro o interesse pessoal e/ou ideológico e, em último o interesse primordial da Justiça que em alguns casos podem convergir.
O fato e que desde a visão de PLATÃO, filósofo grego [428 – 347 a.C.] - “O juiz não é nomeado para fazer favores com a Justiça, mas para julgar segundo as leis”.
Ainda, Mark R. Levin – adverte “The judiciary, operating outside its scope, is the greatest threat to representative government we face today.” ["O poder judicial , que opera fora de seu escopo, é a maior ameaça para o governo representativo que enfrentamos hoje."]

Texto Excelente

Paulo Moisés da Silva Gallo (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

O autor foi extremamente feliz.
Apesar de não se aprofundar na área trabalhista é preciso reconhecer a separação de poderes.
O judiciário não deve tomar para si as responsabilidades do legislativo.
É indecente viver essa "guerra" entre posicionamentos buscando usurpar a competência de um dos poderes.

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