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Prefeitos das nove cidades da Baixada Santista decretam lockdown

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Os prefeitos das nove cidades da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Cubatão, Bertioga, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe), no litoral paulista, anunciaram na noite desta sexta-feira (19/3) medidas mais restritivas para tentar conter o avanço do novo coronavírus na região. 

Haverá lockdown nas nove cidades da Baixada Santista a partir de terça-feira
Tomaz Silva/Agência Brasil

O lockdown passa a valer na próxima terça-feira (23/3) e vai até 4 de abril. Cada cidade deverá publicar um decreto detalhando as restrições, mas já foi emitido um documento com algumas das novas regras. 

Cada município vai definir o funcionamento do transporte, permitindo que ele ocorra durante seis horas diárias, de segunda a sexta-feira. Nos sábados, domingos e feriados, não haverá transporte coletivo. 

São atividades permitidas, com funcionamento limitado: segurança privada e de portaria; atividades industriais cuja paralisação afete o abastecimento e serviços essenciais; serviços de transporte individual (taxi e aplicativos); entrega de refeições e medicamentos; comércio atacadista de hortifrutigranjeiros, medicamentos e insumos hospitalares; farmácias; e transporte de mercadorias. 

Haverá bloqueio em vias públicas e policiais militares e membros da guarda militar vão verificar veículos e pessoas para checar se há autorização para a circulação.

As seguintes finalidades de locomoção estão permitidas: aquisição de medicamentos; atendimento ou socorro médico de pessoas ou animais; embarque ou desembarque em terminal rodoviário; e prestação de serviços permitidos. 

A circulação será autorizada mediante a apresentação de nota fiscal de compra de medicamento ou prescrição médica; atestado de comparecimento à unidade de saúde; carteira de trabalho, contracheque ou documento que comprove a prestação de serviço autorizado; tíquete ou viagem de passagem de ônibus; comprovação de urgência ou necessidade inadiável.

Supermercados, padarias, açougues, mercados, mercearias e distribuidoras de gás poderão funcionar das 6h às 20h. Os serviços não poderão ser prestados nos sábados, domingos e feriados, sendo exceções as entregas. 

Todas as atividades comerciais, industriais e de prestação de serviços para atendimento presencial estarão proibidas, exceto as que ainda serão previstas nos decretos a serem editados. 

Poderá funcionar apenas o autoatendimento dos bancos; repartições públicas ficarão fechadas, com suspensão de atendimento presencial e interno. 

Clique aqui para saber saber mais sobre o lockdown na Baixada




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 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 20 de março de 2021, 12h40

Comentários de leitores

10 comentários

Proofreader, o senhor equivocou-se

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Em relação a mim e meus comentários, Li a notícia do Uol, Estou usando o celular para responder, Dificuldades tecnológicas, Rogo que leia meus comentários extensos e com muitas fontes nas seguintes datas: 17DEZ20, na notícia sobre a decisão do STF acerca da vacinação obrigatória,Coluna Senso Incomum de 11FEV21, sobre a FAKE NEWS da Revista Época de que Didier Raoult mudou seu entendimento, NÃO MUDOU MESMO. e também a coluna Senso Incomum de 18MAR21. Respeito o seu direito de aceitar ou rejeitar tratamentos. Respeite o meu direito que é fundamentado em pareceres científicos. Desejo-lhe boa saúde !

E o golpe continua...

Palpiteiro da web (Investigador)

Faz mais de 01 ano que estamos em lockdown e a doença só aumentou. Será que isso não é suficiente para que os acéfalos percebam que essa medida não funciona?!
Insistem em uma medida equivocada provocando demissões em massa, falência de empresas, caos social etc...com quê intuito? Desgastar o Presidente da República? Obter dinheiro sem licitação no combate a Fraudemia? Como esses prefeitos e governadores são canalhas! Larguem de ser mentirosos e irresponsáveis, porque receberam muito dinheiro e não aumentaram 1 leito sequer em hospital!!! São canalhas, ordinários!!!

É isso mesmo

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Desde março do ano passado, médicos e cientistas no mundo inteiro denunciam a barbárie que é esse lockdown. Denunciam que a "pandemia" é uma fraude. O surto de Covid-19, o assim chamado "novo coronavírus" não foi isolado em nenhum laboratório do mundo. Nos EUA, o Dr. Andrew Dillin e sua equipe examinaram 1500 amostras positivas "presumíveis" de Covid-19 enviadas pelo CDC. Na maior parte das amostras, só encontraram Influenza A e na menor parte Influenza B. Então, pediram amostras de Covid ao CDC, que lhes informou que não tinham tais amostras. Donde o Dr. Andrew e sua equipe concluíram que não havia a tal doença Covid, mas gripe e as pessoas tiveram gripe, que enfraqueceu seus sistemas imunológicos e morreram de comorbidades. Essa constatação é relativamente recente, alguns meses atrás, porém é compatível com afirmações do início da chamada "pandemia" feitas por outros médicos, alertando que o uso constante de máscaras e ficar trancado em casa por muito tempo enfraquece o sistema imunológico, tornando as pessoas mais suscetíveis a contrair doenças virais. Pois é, não tinham um vírus "novo" e impuseram, mediante leis, as condições de vida cotidiana necessárias para que mais pessoas fossem suscetíveis a gripes fortes. E ainda por cima disseram para não ir a hospitais só com espirros e tosse, mas para esperar febre alta e falta de ar. Os fatos estão aí. A quem interessa "quebrar" empresas ? A resposta é simples, basta observar as empresas e países que lucraram com a "pandemia". As mortes registradas como "suspeita de Covid" é que são muito suspeitas porque não fizeram autópsias. É só comparar as estatísticas das mortes por diferentes causas em anos anteriores e em 2020. Os fatos estão aí, é só analisar.

Aumentaram, sim!

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Mas a turba de seguidores ia bardenar nos hospitais montados alegando ociosidade, principalmente enquanto a população ainda estava se precavendo e receosa. Aí desmontaram os leitos de campanha...
Mas digamos que tenham alguma razão sobre a derrama. Qual seria a postura esperada por parte do Rei? Educar, pelo exemplo, a população. Fazê-la entender, diariamente, sobre a necessidade de autopreservação, de modo baixar a demanda hospitalar, tal como são feitas as campanhas para o uso racional de água em tempos de escassez... Menos demanda, maior oferta, menor gasto... Mas não! Essa pandemia deixa o povo consciente sob controle, passivo, ante o risco de aglomerações gerados pelos protestos cívicos de descontentes com o governo central. Os favoráveis a ele não se importam e lotam todo espaço possível, sem máscaras de proteção. Já os refratários à gestão federal estão suportando o caos, sob risco de serem fatalmente vitimados pelo vírus, acaso se revoltem todos, reunidos por protesto geral, em praças públicas, tal como ocorreu em 2013... Tá bem conveniente a manutenção da pandemia. O negócio, então, é sabotar esforços sanitários, senão o povo faz como fez em 2013.

Dr. Eduardo

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

O nobre colega apela ao bom-senso, à racionalidade. Por gentileza, examine os vídeos postados no canal "TV AMARANTE", no Telegram (número do telefone 11-94249-1447). Depois, podemos debater o assunto à exaustão.

Burrice ou desinformação?

Proofreader (Outros)

Nunca houve lockdown no Brasil. Saia do grupo dos tios toscos do WhatsApp e vá se informar, especialmente sobre o que acontece MUNDO AFORA.

Sério...

Proofreader (Outros)

Não é crível que uma pessoa mediana (nem precisa ter ensino superior) consiga conscientemente acreditar no que escreveu no primeiro comentário a sra. Rejane. Simplesmente não é crível! Mas com quem tem os olhos vendados pouco adianta discutir. Talvez essas pessoas mudem de ideia no momento em que alguém da própria família seja a vítima, como em tantos casos... Mas aí é tarde demais.

Proofreader

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Pessoas da minha família e amigos próximos contraíram a Covid-19 e se recuperaram. Com o tratamento precoce, exceto num caso de familiar que precisou de oxigenação, mas não foi necessário tratamento intensivo. Com relação ao que o senhor entende como a definição exata de "lockdown", trago ao seu conhecimento que estou muito bem informada sobre o que acontece no Brasil e no mundo desde fevereiro do ano passado. Mantenho contato diário com pessoas que moram em todos os Estados da federação e muitos países do mundo. Essas pessoas nos informam sobre as medidas sanitárias, restrições de horário para sair e toque de recolher muitos meses antes de tais medidas serem aplicadas aqui no Brasil. O que ocorre é justamente que essas medidas estão sendo aplicadas agora sem a devida demonstração científica da necessidade, mas seguindo claramente uma "agenda" de etapas estratégicas na restrição e controle da população. E vou citar um exemplo, que, certamente, o senhor vai achar que não tem nada a ver com o assunto, mas é suspeito, muito suspeito. Comentei num grupo de rede social, integrado por pessoas de vários Estados e países, que havia ministros do STF que decidiram trabalhar durante o recesso de janeiro/21. Uma pessoa informou que havia vereadores na Câmara de um município de ES trabalhando no recesso. Outra pessoa de SC informou que também havia parlamentares trabalhando num município catarinense no recesso. E a informação de um residente na França de que, também lá, parlamentares estavam trabalhando no recesso. Fica o registro, depois, veremos se é só "coincidência".

Rejane

Proofreader (Outros)

Minha primeira resposta foi ao alienado que abriu os comentários do post. Só depois li os demais -- e confesso que fiquei ainda mais indignado com o seu. Não existe tratamento precoce. O Brasil ainda é o único país cujo chefe de Estado propaga esse engodo. Ele "importou" isso do "amigão" Trump, mas nos próprios EUA aquele delinquente foi forçado a abandonar o fármaco, que, comprovadamente, não tem nenhum efeito contra a Covid-19. E não há o que "cientistas" e médicos marginais (os que ficam "à margem" de seus pares) digam que leve a uma conclusão contrária. O acadêmico francês que a senhora vive citando já admitiu o erro da hipótese. Não é porque a cura se deu "depois do" que foi "por causa do" tratamento. Isso é uma falácia lógica. Conheço pessoas (bolsonaristas radicais) que acabaram com o fígado por causa da tal ivermectina. A senhora já defendeu que não houvesse vacinação, e a vacinação tem-se mostrado salvadora no mundo todo. Essa ineficaz e deliberada política de saúde, a despeito de todas as evidências, mata, e tende a matar muito mais, daí não ser incorreto falar em genocídio. Embora a mais alta autoridade de persecução penal seja inerte, porque sabuja, creio que a devida responsabilização, mais à frente, será inevitável. E espero que culmine em muitos anos de cadeia e esvaziamento, quanto possível, do patrimônio dos envolvidos, mediante ações civis públicas e de improbidade administrativa. Por fim, não adianta a senhora se comunicar com partidários bolsonaristas de todos os estados da federação, porque todos esses radicais vão dizer a mesma coisa. Fale com a maior parte da população brasileira, que, diante do atual cenário, apoia as medidas restritivas de circulação, porque sabe que sem elas haverá o caos absoluto.

Leia, dra. Rejane

Proofreader (Outros)

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/03/banqueiros-e-economistas-pedem-medidas-efetivas-de-combate-a-pandemia-em-carta-aberta.shtml

E leia especialmente esta parte:

"A controvérsia em torno dos impactos econômicos do distanciamento social reflete o falso dilema entre salvar vidas e garantir o sustento da população vulnerável. Na realidade, dados preliminares de óbitos e desempenho econômico sugerem que os países com pior desempenho econômico tiveram mais óbitos de covid-19. A experiência mostrou que mesmo países que optaram inicialmente por evitar o lockdown terminaram por adotá-lo, em formas variadas, diante do agravamento da pandemia —é o caso do Reino Unido, por exemplo. Estudos mostraram que diante da aceleração de novos casos, a população responde ficando mais avessa ao risco sanitário, aumentando o isolamento voluntário e levando à queda no consumo das famílias mesmo antes ou sem que medidas restritivas formais sejam adotadas. A recuperação econômica, por sua vez, é lenta e depende da retomada de confiança e maior previsibilidade da situação de saúde no país."

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