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Comentários de leitores

6 comentários

Linguagem prolixa???

Geraldo Rodrigo (Advogado Assalariado)

Enquanto a IA está aprendendo a entender nossa linguagem, o legal desing está propondo que nós a desaprendamos?! É isso? A linguagem é o que permite a complexidade ser compreensível. Daí o dr. legal desing diz que se trata de prolixidade! O dr. legal desing acha que dá pra engenharia, que tornou possível seu laptop, se tornar matemático design? A matemática será tb prolixa demais? Mais respeito com o direito.

Que vergonha!

Estrenuamente (Outros)

Constrangedora, a venda.
Enfim, como o artigo não foi escrito em visual law, ficou estranho.

É a sério ou o cara está brincando?

Ulysses (Professor Universitário)

Advogado legal designer? É pegadinha. O bacharel está estroinando com os leitores. Como o Conjur permite que esse tipo de "direito da esperteza" seja publicado? O que o bacharel está querendo vender? Conta aqui para nós, vai, dr legal designer. Conta tudo.

Dr. Victor de Melo, algumas ponderções

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Ontem mesmo, o Dr. Lenio Streck tratou desse tema na sua coluna Senso Incomum aqui na Conjur. Ele adicionou um link para uma sentença trabalhista que foi "formatada" dentro dessas ferramentas de "visualaw". Um perfeito desastre. A pessoa que fez, a meu ver, injuriou tanto o "visualaw" quanto o modo tradicional de apresentar sentenças. E assim procedeu porque não entendeu e parece que jamais entenderá, ou pior, não quer entender, que o tempo do "direito hermético" terminou. Ou o Direito "interage" com os cidadãos, tanto no âmbito judicial quanto no extrajudicial, de forma clara, objetiva e ética ou veremos sérios confrontos entre agentes públicos e cidadãos com a canibalização das máquinas para prover sucata a ser usada como armas nos mencionados confrontos. E assim pressinto num futuro não muito distante. No caso tratado pelo Dr. Streck, foi usado o formato do visualaw e, nos espaços destinados ao "resumo" da sentença, foram usados termos como "improcedência", "sucumbente", etc. De duas uma, ou quem fez é um cretino perfeito e acabado ou um sacana muito mal intencionado que está fazendo "testes" para ver até onde consegue ir sem ser pego na malandragem. Afinal, nesse nosso tempo, informação é "poder" e informação jurídica, então, é "poder coercitivo", tanto coação física quanto moral. Esse troço começou muito mal na Justiça do Trabalho. Até o presente momento, sou totalmente contra.

Se é tão bom e tão simples...

Alexandre Toledo - Advogado (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

porque o autor não escreveu a petição em "visual law"?

que petição?

paulão (Advogado Autônomo)

passei e repassei o artigo e não encontrei nenhuma...

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