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Trapaça judicial

Aceitar cargo de Bolsonaro foi início do fim de Moro e sua mediocridade ficou visível

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Comentários de leitores

30 comentários

Encarar a verdade

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

O fim da farsa de Sérgio Moro e da hipocrisia que o rodeava pode bem ser ilustrada com aquele velho adágio popular: a mentira tem perna curta.
Portugal e o mundo enxergaram isso logo que viram o algoz do réu sair aos beijos e abraços com seu principal inimigo. Muitos brasileiros ainda se recusam a encarar de frente a verdade de fatos tão claros e evidentes, o que comprova, segundo a sociologia, que o juízo de valor que fazemos dos fatos depende mais dos interesses práticos do que de um suposto amor abstrato à moralidade.
Fossem realmente moralistas, essa trupe de bobos-da-corte não se calaria logo que viu o que se escondia detrás da lona desse circo de horror comandado por figurões do tipo de Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro, obscuro e medíocre representante do "baixo clero" da bancada fisiológica, todos unidos em 2016 no mesmo propósito de golpear a democracia e afundar o país para salvar os anéis das velhas classes herdeiras de 388 anos de reinado de condes, coronéis e chicotes.

Observação

Afonso de Souza (Outros)

A verdade é que Lula foi julgado e condenado (unanimidade) por 9 juízes de direito concursados, de 3 instâncias diferentes.

A verdade é que a decisão do STF (leia-se Segunda Turma) nem sequer alega que Moro tenha cerceado os direitos do réu ou dos advogados, muito menos que provas tenham sido forjadas. No fundo, basearam-se em ilações e concluiu a partir delas. E isso sim é suspeito!

A verdade é que muita gente apoiava a Lava Jato até o dia em que ela alcançou Lula e outros políticos graúdos. Desse dia em diante, esses apoiadores viraram críticos e inimigos da Lava Jato e ainda dizem que a operação era seletiva.

... medíocre medíocre mediocre mesmo ...

Luiz Eduardo Osse (Outros)

... é esse português imbecil. Primeiro, porque nasceu português. Burro de nascença. Depois, por ser um comunista. Um atrasado na ordem geral das coisas. E depois, porque se mete aonde não é chamado. Um bisbilhoteiro.

Processos penais ainda em curso

ranolfo alves (Advogado Autônomo - Criminal)

José Sócrates, amigão de Lula, ainda responde a processos penais, embora absolvidos em outros.

Liberdade paira sobre nós, nas lutas e nas tempestades

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

responder assim: "Então, você é socialista?". "Sim, sim, mas antes sou um democrata." É uma resposta histórica que os brasileiros deviam ter presente, porque neste momento, em que se vive o que se vive no Brasil, a prioridade não é se é direita ou se é esquerda. Mas, sim, se é democrata ou não é democrata".

Aos corruptos, a força da lei. Mas deve ser observada, rigorosamente, o cerimonial legal. Caso contrário, é simulacro de Justiça!

Hein?

Afonso de Souza (Outros)

Esse "cerimonial legal" foi observado nos processos contra Lula. O TRF-4 e o STJ, no caso triplex, confirmaram a decisão de Moro, por unanimidade!
Por outro lado, contra Moro, a decisão do STF (Segunda Turma) nem sequer alega que Moro tenha cerceado os direitos do réu ou dos advogados, muito menos que provas tenham sido forjadas. No fundo, o STF baseou-se em ilações e concluiu a partir delas.

Liberdade paira sobre nós, nas lutas e nas tempestades

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Diz parte da resposta do entrevistado: "O momento crítico foi o do atentado terrorista em 2001. A partir daí, por pressão dos Estados Unidos, todos os sistemas democráticos decidiram dar mais poder às autoridades penais, às autoridades estatais, e reduzir a liberdade individual. Acho isso tudo horrível. Os exageros que se fizeram em nome da luta contra o terrorismo, depois em nome da luta contra a corrupção e, agora, a vigilância que o Estado faz sobre cada uma das pessoas. Tudo isso está a destruir aquela noção básica da autonomia do indivíduo, da liberdade individual. Não quero que o Estado se meta onde não deve. A batalha dos Estados democráticos deve ser por valorizar e dar mais autonomia ao indivíduo. Não por menos autonomia e mais poderes ao procurador, à polícia, aos juízes, para perseguir e penalizar as condutas sociais. E ainda por cima de formas ambíguas, que não se sabe exatamente o que eu posso e o que eu não posso fazer. O Partido Socialista, em Portugal, formou-se na defesa da liberdade. Em 1974, tivemos a nossa revolução. Em 1975, estivemos, não direi à beira de uma guerra civil, mas houve uma disputa muito forte entre o Partido Socialista e o Partido Comunista. E nosso líder histórico, Mário Soares, mobilizou o país contra o excesso que o Partido Comunista queria trazer para a revolução. Esta batalha pela liberdade marcou profundamente o Partido Socialista, marcou-me a mim. Eu sou daqueles socialistas para quem o valor fundamental é a liberdade individual. Só a seguir vem a questão de igualdade, porque não haverá igualdade nenhuma sem liberdade. O socialismo só existe com liberdade ou não haverá socialismo. Essa é uma lição que a esquerda aprendeu na Europa há mais de cem anos. Mário Soares costumava (continua)

Agenda ideológica, descompromisso com os fatos

Unglaublich (Administrador)

Então quer dizer que para esse outrora ilustrado site especializado, o reconhecimento da ocorrência de prescrição relativa a diversas questões imputada ao entrevistado, em decisão ainda passível de recurso, equivale à declaração de inocência? O prosseguimento conferido, nessa mesmo decisão, a acusações de lavagem de dinheiro, representam inocência? Ainda que seja questionável a decisão editorial de abraçar de maneira irrestrita determinada linha ideológica (ou comercial), o mínimo que se espera, até mesmo em respeito aos admiráveis juristas que ainda enriquecem o site, é o compromisso e respeito com os fatos...

Contrastes inexistentes

Professor Edson (Professor)

Na verdade José Sócrates foi inocentado por falta de provas, já Lula foi condenado por excesso de provas, e vale lembrar que será julgado de novo, não foi inocentado como o entrevistado socialista parece acreditar.

Dúvida

Afonso de Souza (Outros)

Parece acreditar ou finge acreditar?

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