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Comentários de leitores

38 comentários

Hein?

Afonso de Souza (Outros)

Soldadinho, a quem acha que engana com esse tipo de comentário?

Cadê as provas, "Rinaldo"?

Bacharel em Direito e pós graduado (Assessor Técnico)

Rinaldo Maciel de Freitas, e demais defensores do Presidente, o sr. encrenca; vcs deveriam entender que a ele já foram dadas diversas oportunidades para contraditar, dentre tais oportunidades, foram prazos para apresentar provas. Provar as alegações, competem a quem alega. No caso em comento, por não se tratar de direitos do consumidor (CDC) e algumas outras exceções, não cabe a inversão do ônus da prova, tá? O "rapaz", sr. encrenca, só para deputado federal, foi eleito a mamar e a ser "home" "onesto" por 7 mandatos (= 28 anos) pela urna eletrônica, mas nunca questionou, por exemplo: "Ei, pessoal, eu tive muito mais votos"; "ei, gente, não fui eleito, os votos de meu corrente vieram para meu nº"; "ei, gente, as urnas computaram votos para mim, de pessoas que já morreram" etc. Ele nunca questionou. Interessante, não? Êpa, daqui há pouco aparece o cidadão que me chama de soldadinho, mas já o cumprimento: Tudo bom, soldadão?

Ridículo

Rinaldo Maciel de Freitas (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Caro "Professor" Lenio;
Ridículos, cínicos e desreipeitosos os seus argumentos; não merecem respostas!

Urnas eletrônicas

Ana Cristina Leite Billis (Advogado Assalariado)

Voto auditável = por que não aprimorar o sistema de contagem de votos com o voto impresso? Não seria um princípio constitucional da transparência?

As votações já são auditadas

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Cada urna eletrônica é um computador que não tem acesso à “internet”. Logo antes da eleição, cada uma delas recebe os nomes dos candidatos e dos eleitores da respectiva Seção.
Na véspera da eleição, algumas são sorteadas, buscadas das respectivas Seções e levadas para lugares onde, durante o horário de votação, acontece uma votação paralela, com votos abertos. Faz-se de conta que os eleitores verdadeiros, da Seção correspondente, estariam votando, o que ocorre abertamente. No fim, contam-se esses votos.
Com tantos detratores que, ao longo dos anos, as urnas eletrônicas têm, se, uma única vez que fosse, essa votação paralela desse resultado errado, certamente, tal seria alardeado com muita vontade. Nunca ouvi nem li nada acerca de falha nessa votação paralela.
Claro, a Seção de que tirada a urna para essa votação paralela recebe outra urna, para, nesta, ocorrer a votação verdadeira, com a devida garantia de sigilo.
Esse é só um dos meios de controle para demonstrar a lisura do processo eleitoral brasileiro.
Ou seja, essa conversa de que a votação não é auditável é, mesmo, só conversa.

Querido

Rinaldo Maciel de Freitas (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Querido;
A fraude pode ocorrer, e ocorre, depois do horário de votação e não durante. Durante o horário não se afere nada, até porque, até então não há acesso externo aos equipamentos!

Inviável

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

É uma época difícil, em que todo mundo vive sendo acusado. Por isso, adianto que escrevo neste horário porque estou em férias.
Logo após o fim da votação, a urna eletrônica faz duas operações: emite várias vias de um boletim de urna (BU) e grava os resultados num dispositivo (tipo “pendrive”). Esse dispositivo, depois, é removido e conectado a um computador da Justiça Eleitoral para transmitir os resultados. Se, depois do fim da votação, houvesse fraude, seria facilmente detectável comparando os resultados divulgados pela Justiça Eleitoral como daquela Seção com os do BU.

Voto impresso = cloroquina eleitoral

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

É isso!
Para a maioria, debate sobre efetividade/eficácia da cloroquina.
Para aquela parcela que se acha politizada, iluminada e que pensa que só eles enxergam o "´óbvio", a "conspiração geral"... aí tem o debate sobre o voto impresso.
Cada um tem a sua cloroquina. Custa dinheiro e não resolve.

6 bi

Rinaldo Maciel de Freitas (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

6 bilhões ao fundo eleitoral!

Tribunal alemão considera urnas eletrônicas inconstitucionai

PLVH1981 (Advogado Autônomo - Consumidor)

Professor Lênio, o que o sr. acha da decisão do Tribunal Constitucional Alemão que considerou o uso de computadores no processo eleitoral de 2005 sob o argumento de que um "evento público" como uma eleição implica que qualquer cidadão possa dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem possuir, para isso, conhecimentos especiais? (Vide: https://www.dw.com/pt-br/tribunal-alem%C3%A3o-considera-urnas-eletr%C3%B4nicas-inconstitucionais/a-4070568)

A fraude nas eleições

André.Adriano (Professor)

Por mais que o artigo tente justificar o contrário, ainda acredito em fraude nas últimas eleições. A única justificativa pra eleição do nosso atual presidente é uma essa. Não posso crer que conscientemente as pessoas tenham errado tanto na escolha.

A maior fraude de todos os tempos

Emiliano Rivello (Advogado Assalariado - Família)

É isto mesmo. A eleição de Bolsonaro foi a maior fraude de todos os tempos. Que vergonha!

Eleição

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Jair Messias Bolsonaro, "O MITO", foi eleito com base nos votos lançados em...urnas eletrônicas.

1° Turno

Rinaldo Maciel de Freitas (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

E eleito no primeiro turno, onde a fraude ocorrida deu uma segunda chance ao poste do PT!

Uma histórinha...

Eliakim Seffrin do Carmo (Advogado Associado a Escritório - Civil)

Dias atrás, comentava com minha esposa sobre essa questão das urnas eletrônicas e ela me contou uma bela história.
Ela lembra que acompanhou uma contagem de votos de papel, no final dos anos 90, dentro do ginásio da cidade.
Disse que era uma tremenda balbúrdia, com gente gritando, arrancando cédula das mãos uns dos outros, rasgando cédulas, etc. Além disso, urnas se perdiam pelo caminho até o local da contagem, urnas eram abertas e alguns votos alterados.
Ao contar isso ela comentou que, na época, não conseguia entender como as pessoas confiavam na contagem dos votos efetuada daquele jeito.

Hoje em dia temos alguns "ixpecialistaxxx" que alardeiam fraudes no sistema eleitoral brasileiro, chegando ao cúmulo do Presidente afirmar categoricamente a fraude e não apresentar as provas.
Será que o fraudador foi ele?

E a lei? E a transparência? Temos que confiar cegamente?

Bruno Goncalves Claudino (Outros)

O texto ignora que o legislativo, quem tem competência para legislar como será a apuração dos votos, legislou e mudou o sistema. Não afastou a urna eletrônica, mas fez somente o óbvio, tornou ela passível de auditoria. O voto é secreto, a apuração não. Acredito que todos somos contra a fraude nas eleições. Então, porque ir contra mais um mecanismo de prevenção contra a fraude? E mais, é um mecanismo legal, sem inconstitucionalidades e em plena vigência. Em detrimento da lei, da transparência e da lisura do pleito eleitoral, ao contrário do costumeiro, o argumento do articulista é tão insosso quanto dos negacionistas que ele critica.

Como mágica, o que importa está na outra mão

Lucas eterno aprendiz (Estudante de Direito)

A questão não me parece ser esta se há fraude ou não nas urnas eletrônicas, mas sim outra: a decisão do legislativo em mudar o sistema de votação. Se o congresso mudou, e como tem legitimidade para mudar, não cabe ao judiciário querer discutir uma opção política e legítima dos legisladores.

Hã????

Professora Matemática (Professor)

Hã???

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