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O sem noção

Bolsonaro é alvo de representação por dizer que cabelo de apoiador é "criatório de baratas"

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Comentários de leitores

9 comentários

Ressentimento do que?

Alberto.melos (Oficial do Exército)

Com todo respeito à opinião alheia, afinal estamos num espaço democrático, mas estou buscando entender o termo "bando de ressentidos". Mesmo não sendo unanimidade, o presidente do País foi eleito em processo regular. Ou seja, quando o ilustre professor usa tal expressão está se referindo a maioria do povo brasileiro apto a votar. Não me parece uma atitude muito louvável para quem exerce tão nobre função, a docência, desqualificar dessa forma a vontade popular. E, além disso, "ressentidos" de que? De uma ordem política nefasta que estava assaltando nosso País? Ou todos os escândalos levados a público pela imprensa e todas as denúncias e condenações por corrupção foi pura ficção? Por último, e mais reprovável ainda, é ver manifestação tão leviana de alguém que se intitula professor em relação à ao teor dos fatos noticiados pela revista. Não devemos nos esquecer que a matéria da conta de que há uma representação contra o presidente, não uma condenação. Uma boa lição, digno professor, seria ouvir as duas partes antes proferir um julgamento. Seja quem for que esteja sendo acusado. Afinal, num estado democrático de direito, um dos preceitos fundamentais mais valiosos é o do contraditório.
(ALBERTO - Estudante de Direito)

Falta do que fazer

Andre Forny (Auditor Fiscal)

Certa instituições parecem não ter o que fazer. "Aparelhagem / ideologia" dá nisto!

Genocida e corrupto

Armando do Prado (Professor)

Quem não tem o que fazer é esse ser desprezível que um bando de ressentidos elegeu. Que seja punido, como qualquer brasileiro seria. Esperamos que sobreviva para pagar por seus crimes.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

A julgar pelo teor do comentário, o ressentido aqui é você, soldadinho.
Quanto a esse "crime" aí, acho que você vai ficar querendo.

Parece que sim

Coelho10 (Advogado Autônomo - Civil)

Parece que sim.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Ora, o rapaz não viu racismo na piada (de mau gosto, como é típico) e não se sentiu ofendido.
Ou os que assinaram a representação estão com falta do que fazer ou estão politizando suas funções.

Seu comentário não foi jurídico!

Weslei Estudante (Estagiário - Criminal)

Não sei a sua formação, por óbvio não precisa de conhecimento jurídico para opinar, mas usando a sua argumentação, iria condenar a pessoa com este argumento. O termo correto seria: "o rapaz não viu injúria racial na piada..."

A opinião do "rapaz" dependerá de qual crime, em tese, foi cometido e caso a conduta seja crime.

Sendo o crime de racismo (Lei 7.716/1989), temos que a Ação Penal é Pública Incondicionada; assim, não importa muito a opinião do rapaz.

Agora, sendo injúria racial (parágrafo 3º do artigo 140 do CP), temos que a Ação Penal é Pública Condicionada à Representação (art. 145, parágrafo único, CP); neste caso, sim, a opinião do rapaz prevalece.

Por fim, caso considerado "piada de mau gosto", não teríamos nem crime de racismo e nem injúria qualificada. Neste caso, a opinião do rapaz, mesmo em uma possível ação penal, seria improcedente, sendo resolvido na esfera cível, como dano moral, caso o rapaz quisesse, claro!

Poupou o meu tempo!

ACB (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Disse, exatamente, o que eu estava pensando. Ô falta do que fazer!

Ao Weslei Estudante (Estagiário - Criminal)

Afonso de Souza (Outros)

Se racismo, como está na matéria, seria preciso argumentar - duvido que conseguissem - que cabelo grande naquele estilo seria caracterização insofismável de "raça" (raça só existe uma, a humana).
Se injúria racial, o suposto ofendido não se ofendeu - como eu afirmei antes e ele também.
Se não foi crime, então seria falta do que fazer mesmo.

Nunca é só jurídico, ainda mais nos dias de hoje, rapaz.

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