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Comentários de leitores

4 comentários

A democracia da linguagem

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Diz parte do texto: "Observe-se — sob um outro enfoque teórico (Habermas) — que o Direito é uma grande reserva de racionalidade comunicativa. Sucede que, no contexto real, há uma série de dificuldades em respeitar as condições ideais de fala, nas quais está baseado o agir comunicativo, pressuposto das práticas igualitárias, inclusivas e participativas. Em resumo, nem todos têm voz para exigir a justificação das pretensões de validade de um determinado discurso, que tende a se tornar excludente (e, assim, hegemônico) à medida que cresce o déficit na distribuição da competência linguística, conceito não necessariamente correspondente ao de elite letrada".

A Democracia não pode ser restrita a um círculo, meramente, formal.
A existência de diálogos entre governantes e governados, maioria e minoria, poderes constituintes e poderes constituídos, exige meio especial de interlocução, para evitar que os fins democráticos não provoquem deturpação, com fortalecimento de determinados grupos sociais.
Parabéns ao articulista, eminente Desembargador do TJSP.

Importando baboseira de gringo

Epilef (Administrador)

Um desembargador postando um artigo feito esse ai da uma boa perspectiva do fundo do poço em que estamos.

Sequer leu a íntegra do artigo

João B. (Advogado Autônomo)

E sentiu-se apto a fazer juízo de valor (juízo de uma pobreza argumentativa digna de uma criança de 2 anos de idade.
E a conjur segue dando voz a anônimos selvagens.

A morte da língua

Augusto Rodrigo de Araújo Sousa Filho (Assessor Técnico)

Isto só demonstra a real preocupação do judiciário brasileiro. Com tantos problemas reais, um desembargador opta por tratar de um assunto que aniquila por completo a ciência e a vossa língua, a língua de Machado e de tantos outros brilhantes autores. Que duros tempos vivemos, chegamos a um novo terraplanismo, o Terraplanismo Linguístico (sic)!!

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