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Bolsonaro tentou sabotar combate ao coronavírus, diz Human Rights Watch

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Comentários de leitores

6 comentários

Exame de Ordem NÃO é obrigatório.

Rinaldo Araujo Carneiro - Advogado, São Paulo, Capital (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

É só para aqueles que queiram, caprichosamente, chegar aos píncaros da glória !

Pela manutenção do filtro intelectual nas fileiras da OAB;
Pelos meus parentes de Pernambuco;
Pela preservação do Damásio e LFG, onde me preparei arduamente;
Pelo Palmeiras;
Exame de Ordem SIM !

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A redução das despesas estatais

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

A combinação entre o Senhor Presidente Jair Messias Bolsonaro com o seu assessor Paulo Roberto Nunes Guedes, diante da COVID-19, foi utilizá-la para gerar genocídio de parte da população brasileira que depende de benefícios do Estado, com redução substancial.
Inicialmente, os atos desses LORDS ESTATAIS foi com relação ao auxílio emergencial.
Pesquisa, realizada no ano de 2020, demonstrou que 71% dos beneficiários do auxílio emergencial discordam da decisão do governo do presidente Jair Bolsonaro de reduzir o valor da parcela do auxílio emergencial. Os que concordam com a medida são só 23% (aqueles que resolveram dar "um tiro na cuca").
O auxílio emergencial foi criado para mitigar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19. Os pagamentos começaram em abril, com 3 parcelas de R$ 600, depois acrescidas de mais duas no mesmo valor.
O assessor Paulo Guedes disse em comissão, que os programas sociais devem ser reduzidos à medida que números da covid diminuírem.
Em audiência pública da comissão que acompanha as ações de enfrentamento à pandemia, nesta quinta-feira (29), o ministro da Economia explicou que se houver redução nos índices de contaminação pela covid-19, deve haver também a redução dos programas sociais, como o auxílio emergencial. O ministro afirmou ainda que a base do pagamento deve mudar.
Ora, é evidente que, com o rescaldo da COVID-19, quem sobreviveu, ficará sem qualquer "lenitivo econômico", porque o dinheiro deve ir, diretamente, para as mãos "gigantes" dos banqueiros nacionais e internacionais, unidos para levar o povo às formas primitivas de vida, inclusive "economia de escambo" e ouso, ainda, dizer, "canibalismo", porque, com os aumentos dos produtos alimentícios, não dará para comer carne de quadrúpede.

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Alô oit, ajude-nos abolir de vez a escravidão moderna oab

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

132 anos cursos jurídicos X 27 anos escravidão OAB
O saudoso conterrâneo advogado Luiz Gama foi declarado por Lei Patrono da Escravidão, por ter defendido 800 escravos.
A escravidão no Brasil foi abolida há 132 anos mas até hoje as pessoas são tratadas como coisas para delas tirarem proveitos econômicos .
O Brasil último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdades de descaso. Darcy Ribeiro.

Alô OIT, ALÔ FUNDAÇÃO ALBERT NOBEL, ajude-nos abolir urgente o trabalho análogo à de escravos a escravidão moderna da OAB.

Foge da razoabilidade o cidadão acreditar nos governos omissos covardes e corruptos, numa faculdade de direito reconhecida pelo Estado MEC, depois de fazer malabarismo durante cinco longos anos e depois de formado com o diploma nas mãos chancelado pelo Estado MEC , ser impedido covardemente , do LIVRE exercício profissional cujo título universitário habilita por um sindicato, que só tem olhos para os bolsos dos seus CATIVOS.
Depois que no último EXAME caça níqueis OABFGV serem FLAGRADAS PLAGIANDO vergonhosamente questões de outra Banca examinadora para FERRAR ainda mais seus CATIVOS e aumentar o lucro da OAB essa EXCRESCÊNCIA perdeu de vez a credibilidade e tem que ser sepultada urgente urgente, com pedido de desculpas dos mercenários da OAB.
Assim como Martin Luther King ganhador do Prêmio Nobel I HAVE A DREAM EU TENHO UM SONHO ABOLIR URGENTE O TRABALHO ANÁLOGO À DE ESCRAVOS A ESCRAVIDÃO MODERNA DA OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil CATIVOS ou escravos contemporâneo da OAB devidamente qualificados pelo Estado MEC jogados ao banimento..

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Ora

Proofreader (Outros)

Seria recomendável que, em vez de protestar inutilmente e como um robô contra o exame, você estudasse para ser aprovado. A prova da OAB não é difícil e, veja só, só é necessário acertar, na primeira fase, metade.

Exame da oab

Marcos Lúcio Ribeiro (Outros)

Concordo com a exigência do exame da OAB. É preciso ter um padrão básico de conhecimento para poder exercer a nobre profissão de advogado. Prestei o exame cinco vezes pra conseguir passar. Mas fui aprovado e fiquei feliz por isso.

Olvidou do trab.análogo de escravos escravidão moderna OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Fim do trabalho análogo à condição de escravos
Por: Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Na nossa sociedade, privar um homem de emprego ou de meios de vida, equivale, psicologicamente, a assassiná-lo". (Martin Luther King). Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: O jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas. E por falar em escravidão, o Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 /AL dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, condutas alternativas previstas no tipo penal. A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo”..

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