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Direto da Corte

CNJ lança Programa Justiça 4.0 nesta quarta-feira

Aprimorar as soluções tecnológicas utilizadas pelo Poder Judiciário e, assim, qualificar o atendimento prestado à sociedade, dando respostas judiciais tempestivas e efetivas. Esse é um dos principais objetivos do Programa Justiça 4.0, que será lançado pelo Conselho Nacional de Justiça nesta quarta-feira (24/2), às 10h.

Romulo Serpa/CNJ

O evento será realizado na sede do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), em Natal (RN), com transmissão ao vivo no YouTube. A cerimônia contará com a presença do presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, do secretário-geral do CNJ, Valter Shuenquener, do secretário especial de Programas, Pesquisas e Gestão Estratégica do CNJ, Marcus Lívio Gomes, do presidente do TJRN, desembargador Vivaldo Pinheiro, e da vice-presidente do Tribunal, Maria Zenaide Bezerra.

No encontro, será formalizada também a adesão do TJRN ao programa. O Justiça 4.0 compreende um pacote de projetos que será levado ao TJRN, como a plataforma Sinapses de desenvolvimento e cooperação em inteligência artificial e a Plataforma Digital do Poder Judiciário. E ainda tem ações voltadas à higienização e qualificação das bases de dados, fortalecendo a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud). O trabalho é desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sob a coordenação do CNJ.

Webinário
O lançamento ocorrerá na abertura do webinário Justiça 4.0, que segue com programação até sexta-feira (26/2). No primeiro dia, após a cerimônia, haverá apresentação das soluções tecnológicas contempladas no programa, das estratégias de inteligência artificial, da própria Plataforma Digital do Poder Judiciário e de outras soluções utilizadas nos processos judiciais.

Na quinta-feira (27/2), os debates são sobre a formação e consolidação de uma cultura inovadora no Judiciário, com destaque aos Laboratórios de Inovação. E, no último dia, a programação destaca os Centros de Inteligência e como eles podem atuar para a prevenção de litígios, para reforçar a gestão de precedentes e para aprimorar a integração dos Tribunais. Com informações da assessoria do CNJ.

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Revista Consultor Jurídico, 23 de fevereiro de 2021, 10h01

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