Consultor Jurídico

Intimidando Magistrados

Investigar filhos de ministros é "caminho" para "pegar Lula", disse procurador

Retornar ao texto

Comentários de leitores

9 comentários

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Segue a tentativa de desmoralizar a Lava Jato para liberar os corruptos (um em especial, sabemos). E isso tudo com base em supostos diálogos roubados e não periciados. Mas fogem do conjunto probatório como o diabo da cruz. Aliás, foi com base no mesmo conjunto probatório que as condenações proferidas por Moro foram confirmadas, e por unanimidade, nas instancias superiores.

P.S. Será que vão pedir também que a Lava Jato devolva os bilhões recuperados?

Responder

Cara de pau

André Menezes ADV (Outros - Previdenciária)

É muita audácia dizer que "querem" desmoralizar a lava-jato. A lava-jato foi o maior ato criminoso institucionalizado só não sendo superior em vexame ao Golpe de 2016 que criminosamente tirou da Presidência da República a INOCENTE Dilma Rousseff!

bem faz o EUA com impeachment de juízes e promotores

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

O impeachment de magistrados e promotores nos EUA, em sede de Legislativo, vem funcionando há mais de século, vários juízes federais foram julgados pelo Senado dos EUA perdendo função e direitos políticos, nos EUA não há concurso para magistratura e o Ministério Público Estadual, os Procuradores Gerais são eleitos. E ao que consta, embora pesadas críticas pelas indicações de Trump de juízes federais sem condição de assumir a função, o péssimo de lá parece muito menos pior que a rotina aqui.
Triste é ver advoGADO, adervogadu, dvogadu, principalmente aqueles que nunca atuaram de fato na esfera penal, defendendo esse estado de coisas.
O lamentável é que os responsáveis fazem o que fazem na absoluta certeza de que não sofrerão nenhuma punição, que estão blindados, e mesmo que sejam submetidos à processos, apenas formalmente, ou serão julgados por seus pares, ou por aliados, e o espírito de corpo do "nós contra eles", do não admitir nenhuma intervenção à autonomia funcional à brasileira, vai alimentando essa máquina... que já poluiu todos os tribunais, todas as instâncias ordinárias, e como bem enfatiza Gilmar Mendes, até o STJ, e por que não dizer o próprio STF, tem ministro que nunca teve história de atuação na esfera penal e quer justificar o injustificável com conceitos de TGP, de institutos processuais civis ao processo penal querendo aproveitar todos os atos processuais cravados da mais completa ilicitude.

Responder

Cabe agora ao Congresso fazer sua parte

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Cabe agora ao Congresso Nacional fazer sua parte, realizar devidas reformas legislativas visando a responsabilização, sem escamoteios, de membros do Ministério Público e do Judiciário.
Solução parece ter de passar por criação de um novo órgão judicante, desvinculado do Judiciário e do MP, com função exclusiva de julgamento de agentes públicos por atos praticados no mau exercício da função.

Responder

Hein?

Afonso de Souza (Outros)

E com base em quê?? Em supostos diálogos roubados e sem perícia que possa atestar sua integridade e autenticidade?? Ora...

ofensas

Antonio ivan athié (Juiz Federal de 2ª. Instância)

Já que fui citado na matéria, e para esclarecimento, rememoro trecho final de minha manifestação, em 05 de julho de 2016, declarando impedimento para continuar funcionando nos processos oriundos de determinada investigação criminal.
“As ofensas e mentiras agigantam-se, sempre com a finalidade de denegrir minha imagem.
Enfim, decisão normal, fundamentada, e com base em jurisprudência do Supremo Tribunal Federal causar tanta polêmica, tantas ofensas pessoais, gerou em mim agora pouco sentimento de desequilíbrio para conduzir esses habeas corpus. A toda hora sou citado, aqui e acolá, com referências negativas, e já extrapolam até de minha pessoa.
Não tenho, e sei que não terei ao meu dispor para me defender o arsenal publicitário que tem o Ministério Público Federal, usado para me atingir profundamente. Ainda não sei porque, e não foi a primeira vez.
Enfim, para preservar minha serenidade, resolvo dar-me por impedido para os referidos habeas corpus, e os eventuais a eles atrelados, pelo que requeiro a V. Exa. que determine a juntada desta manifestação a todos os referidos autos, e sua redistribuição.
E assim resolvo porque, além do desequilíbrio causado, estou em gozo de férias, e não preciso ficar ouvindo tantas agressões, tantos ataques, à minha pessoa.”

Bem, minha manifestação foi enviada ao presidente da turma, o qual, antes da redistribuição dos processos, revogou minhas decisões que concediam prisão domiciliar. No STJ, as decisões do presidente foram reformadas, e mantidas as que proferi. E agora sei porque fui tão agredido massiva, profunda e publicamente, agressões que se estenderam a pessoas de minha família. "
As agressões cessaram, após a redistribuição dos processos.

Responder

Juiz independente

olhovivo (Outros)

Acompanhei a situação enfrentada pelo eminente magistrado Athiê, cuja principal razão de virar alvo foi ser juiz independente, daquele tipo que maus procuradores (aqueles que não gostam de juiz independente) odeiam e querem tirar fora do jogo e, para tanto, agem como matilha de hienas. Tenho amigos procuradores que são até hostilizados pelas hienas por agirem efetivamente como fiscais da lei. Mas a culpa toda é do Judiciário, que normalmente aceita pedidos de prisão indevidas e denúncias aventureiras. Aí é que está o grande mal: no Judiciário repleto de magistrados covardes, indignos da toga.

Esgoto sem fim

olhovivo (Outros)

Taí a razão pela qual procuradores e o ex-juiz impetraram medidas no STF para tentar impedir o acesso e a divulgação do material: o "processo penal de esgoto" que era utilizado é mais fétido do que se supunha inicialmente. Esse desespero só confirma o teor das tramoias, porque se não fossem verdadeiras as conversas na certa não haveria razão para a tentativa de impedir sua publicidade.

Responder

Enquanto isto Em dia de terror, Supremo rasga a Constituição

Lenilson Costa (Advogado Autônomo - Administrativa)

"O Supremo Tribunal Federal orgulha-se de ser o guardião da Constituição Federal, e tem sido prestigiado pelo ordenamento jurídico brasileiro que lhe atribui essa missão. Mas o fato de ser o guardião de nossa Carta Magna não lhe atribui a sua titularidade". Textos que não são editados aqui neste site.

Comentar

É necessário se identificar fazendo login no site para poder comentar.
Não tem conta na ConJur? Clique aqui e cadastre-se!