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Política de cotas

"Brasil precisa se assumir racista", diz autor da proposta de cotas na OAB

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Comentários de leitores

28 comentários

Manter o índio como bicho mato!

Almanakut Brasil (Jornalista)

Com esse mimimi afro quem se ferra o índio brasileiro.
Ele não apresenta telejornal, não aparece em propagandas, embalagens, cargos públicos, cotas e etc. E tal.
O negro brasileiro precisa parar de pegar carona em grupos criminosos norte-americanos, porque a história é outra.
Além do mais, se a negitude de lá ameaçar a riqueza e o patrimônio dos negros celebridades, como os do esporte, artes, vida pública e privada, o lema mudará para cassetetes pretos importam.

Erro pragmático

Adriano - servidor público (Serventuário)

Na verdade o teor título do artigo, extraído de trecho da entrevista, consubstancia importante erro pragmático.
O que se chamou de "não assumir" denota que algum pudor ainda resta nas pessoas que resistem (está diminuindo o número dessas, desde Junho/2013) a ostentar o racismo do qual são convictas.
A mudança para a plena ostentação da torpeza, em lugar de possibilitar algum debate sadio em direção à Justiça, levaria-nos à antessala do caos social de fundo étnico.

liberdade de expressão

elias nogueira saade (Advogado Autônomo - Civil)

A importância do direito de expressão, permite que se possa fazer proposição de tal natureza. É como afirmar que sou racista, somente porque sou branco, mesmo que há mais de 70 anos convivo naturalmente, com pessoas de qualquer origem.

Não precisamos de cotas e sim que se cumpra a lei

Negro de Santos - Empreendedor Social (Administrador)

Jornalista não tem culpa. André Costa ativista usa influência da OAB e Órgãos, da “carteirada”, lei do mais forte, incentiva comentários que desagrada não apenas os Policiais, os Negros também, por não estar autorizado usar nosso nome e imagem.

Já comentei, processo do Negro esta em anarquia.

Papo na Internet de dois advogados, iguala comportamento do entrevistado.

“...Em determinada ocasião, o ex - Prefeito Oswaldo Justo indagou-me acerca do que eu considerava ser o maior dos criminosos, o inimigo nº 1 da Humanidade. Meditei um pouco e respondi: "Acho que é o genocida, cujo crime envolve o extermínio de uma raça, ou parte dela, enquanto que os demais crimes, mesmo os mais terríveis e degradantes, têm como alvo a sociedade e seus membros."

Diante do que eu disse, destacou o Dr. Justo: " Veja bem, Dr. Écio, para os criminosos, que praticam os delitos previstos nas leis penais, existem as punições. Em alguns países há a pena de morte. Em outros, a prisão perpétua. No Brasil a pena máxima é de 30 anos. Para cada crime, existe uma pena. Mesmo para o crime de genocídio, há os Tribunais internacionais. Assim, de uma forma ou de outra, aqueles que praticam os crimes previstos nas leis penais, mesmo os mais hediondos, são processados, julgados, condenados e punidos, além da execração pública a que se submetem.

Mas há uma espécie de "criminoso" para o qual não há punição nas leis penais e, por isso, eu entendo seja ele o pior de todos: O demagogo. Este inimigo mortal da verdade, vendedor de ilusão, exerce sua função deletéria que corroe o que de mais valioso tem o ser humano, que é a sua boa fé. E para ele, o demagogo, não há inquérito, processo, julgamento, condenação e nem punição. E, não raro, ainda recebe o aplauso dos seus ingênuos admiradores "

Leviandade ii

Oficial da PMESP (Oficial da Polícia Militar)

O grosso da população carcerária é de negros e se lá estão é em razão do seu óbvio envolvimento com a criminalidade, inclusive na prática de homicídios, tanto de pessoas negras como de não negras. Fica o alerta ao entrevistado e ao entrevistador que os policiais não saem das suas casas e deixam suas famílias com o fito de atirar ou morrer nas ruas. Quando são acionados, o fazem em razão da sua obrigação profissional. Se entram em um confronto, tampouco lhes importa a cor da pele do seu oponente. Se é para usar o termo “massacre” de forma idônea, que o empreguem ao se referir aos policiais, visto que o Brasil é o país do mundo onde mais se mata policiais. Morrem por ano em média 490 policiais. Em 2018, 326 agentes foram mortos.

Concordo

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Concordo com o nobre Oficial da Polícia Militar.
Aqui, no Brasil, houve uma inversão de valores, nas quais o bandido passou a ter mais direitos que o cidadão que cumpre as suas obrigações.
A Democracia é abalada pela atuação desses imundos, imprestáveis, anacrônicos e pútridos rebeldes primitivos.
E, infelizmente, a Democracia não se revela apta a resolver os graves problemas que assolam a sociedade brasileira.
Estudos realizados, revelam que, policiais que tombam no bom combate são em sua maioria negros e homens, e possuem entre 30 e 39 anos. Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/policiais-mortos-por-bandidos-sao-em-sua-maioria-negros-e-homens/).
Também demonstro concordância com o ex-juiz Sérgio Moro, e somente nesse ponto, de que o policial que matar em serviço tenha pena anulada https://veja.abril.com.br/politica/policial-que-matar-em-servico-pode-ter-pena-anulada-propoe-moro/).
O grave problema é o brasileiro, que age irracionalmente, sempre movido pelo coração. O caráter do brasileiro é resultante da herança portuguesa e contém traços das culturas negra e indígena. Ele é individualista, avesso à hierarquia, arredio à disciplina, desobediente a regras sociais e afeito ao paternalismo e ao compadrio, ou seja, não se trata de um perfil adequado para a vida civilizada numa sociedade, conforme estudos de Sérgio Buarque de Holanda democrática(http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/o_jeitinho_do_homem_cordial.html).
Aqui, no Brasil, o caráter individual e grupal delimita a vida social, e a lei tem pouca interferência no comportamento social. É a lei que pega, e a lei que não pega.

Leviandade i

Oficial da PMESP (Oficial da Polícia Militar)

Tive o desprazer de tentar ler esta matéria e confesso que somente o fiz até o ponto em que o sedizente jornalista indaga o entrevistado com a afirmação leviana de que há no Brasil há um verdadeiro massacre dos jovens negros pelas mãos de agentes do Estado, fato erroneamente confirmado pelo Conselheiro. Afirmou existirem estudos que comprovam isso, sem no entanto apontá-los. Cessei a leitura. A conta para se embasar tais afirmativas não fecha. De acordo com os dados do 12º Anuário de Segurança Pública, em 2017 foram registradas 59.041 mortes violentas em nosso país, sendo 49.524 de negros e pardos. As mortes em decorrência de intervenção policial, por sua vez, culminaram em 5.144 casos, entre pessoas negras e não negras. Desta forma, se depreende que, estatisticamente do total das mortes violentas no Brasil, cerca de 92% deles foram provocadas por pessoas comuns, visto que a parcela em decorrência das ações policiais atinge parcela bem menor, por volta de 8%. Nesse mesmo ano, segundo o IBGE, 715.655 pessoas estavam presas, sendo estimado que 2/3 delas eram negras. Por outro lado, apenas cerca de 8% dos assassinatos são resolvidos. Há, então 92% de impunidade, impedindo qualquer afirmativa precisa. País de dimensões continentais e com variantes populacionais imensas, peca a matéria ao esquecer que, por estes dados, é possível perceber que, no geral – destaco - pretos e pardos (75,5%) são mais mortos pela polícia que brancos (24,5%). Contudo, é interessante observar que, nos estados do Sul, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul, os brancos são a maioria entre o total de mortos pela polícia. Assim, com base em números reais e não em suposições, pode-se desta vez com exatidão, afirmar que as polícias não são as responsáveis pela maioria dos homicídios.

Comentário 2

Afonso de Souza (Outros)

Cotas "raciais" (raça só há uma: a humana) são vendidas como inclusivas e reparadoras, mas são apenas divisivas. O caso abaixo é só uma amostra disso:

https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/medicina-da-ufrj-cancela-matricula-de-21-alunos-que-se-autodeclararam-negros-mas-sao-brancos.html/>
"A investigação foi feita pela Comissão de Heteroidentificação da UFRJ, com sigilo absoluto, para não haver pré-julgamentos. Mesmo assim, alguns nomes vazaram e houve algumas confusões dentro de sala. Entre os casos, o de uma aluna branca, neta de negros, pobre. Ela foi expulsa."

Em tempo: é impossível determinar, científica e objetivamente, quem é "negro" ou "branco", ainda mais num país com tanta miscigenação.

Incompatibilidade entre cotas raciais e democracia

A.A.R.C. (Professor Universitário)

As cotas raciais são uma péssima maneira de lidar com a questão da desigualdade. Na verdade são incompatíveis com a democracia liberal. E isso por várias razões, das quais pretendemos aqui fazer uma apertada síntese: a) segregam as pessoas pela etnia, o que além de altamente impreciso, também é injusto, porque assim fazendo estamos violando o princípio de que os cargos público (e privados) são acessíveis a todos SEM DISTINÇÃO DE QUALQUER NATUREZA; b) são economicamente ineficientes, pois alienam da competição por posições relevantes pessoas que, pelo critério de MÉRITO, deveriam a elas ter acesso; c) atentam contra a democracia (que, lembremos, NÃO é o governo do maior número), por estabelecer, se aplicadas, a dominação eterna da etnia mais numerosa sobre o resto da sociedade. A sociedade brasileira deve se decidir se que COTAS RACIAIS ou quer manter um estado que respeite os Direitos Humanos e a Democracia. As duas coisas juntas são antitéticas.

Querem ser iguais se declarando diferentes

Robson Lelles, MBA (Administrador)

Excelente colocação!
O veterano ator Morgan Freeman afirmou em entrevista que o racismo norte-americano só vai deixar de existir quando as pessoas pararem de achar necessário referir-se a ele como "Morgan Freeman, veterano ator 'afrodescendente'" ou "Morgan Freeman, veterano ator 'negro'".
Para mim, basta saber que ele é um excelente - e lúcido - ator norte-americano.
Quem precisa de sistema de cotas no fundo se reconhece inferior. Não esqueço que grandes nomes da nossa História nasceram de etnias africanas de todos os matizes de cor de pele e venceram sem dispor de sistema de cotas raciais. Essa proposta por si só realça o racismo tácito justamente naqueles que se dizem vítimas de racismo e intensifica aspectos abomináveis em quem normalmente não se valeria desses termos depreciativos.

Ah sim, claro, até porque votação e meritocracia tem tudo

João Afonso Corrêa Advogado (Advogado Autônomo)

Tudo a ver

Ah sim, claro, até porque votação e meritocracia tem tudo

João Afonso Corrêa Advogado (Advogado Autônomo)

TUDO A VER!
É cada rebolado hermenêutico para justificar a manutenção dos estado atual (status quo) que a pessoa tem de se ocultar atrás do anonimato para ter coragem de expressar tais absurdos.
Desde quando a meritocracia e uma eleição tem algo a ver? "Foi eleito por mérito próprio!. Ora, numa prova, vá lá, mas eleição é algo que escapa completamente da meritocracia, e para provar temo um ex-presidente semi-analfabeto e um atual semi-idiota. Como dizer que foram eleitos por mérito? único mérito foi terem angariado a simpatia e a confiança dos eleitores, mas obviamente que o conceito de meritocracia não tem a ver com simpatia ou confiança.

Avante Brasileiros

Negro de Santos - Empreendedor Social (Administrador)

O Governo Federal iniciou tratamento sobre racismo no Brasil em 28/02/1996, reconhecendo como segue:

“..Nós estamos, hoje, dando um passo adiante num propósito que é antigo de muita gente e do governo também. Trata-se de um movimento que precisa Ter, não o apoio, mas uma presença no Estado, mas que vai muito mais além disso, porque é um movimento que diz respeito à cidadania e à cultura.
O problema da valorização da população negra não é um problema burocrático e nem é um problema meramente legal, embora haja aspectos legais na questão. É muito mais que isso. É um problema cultural, é um problema de participação, é um problema de cidadania, é um problema social.,,”

Iniciou bem, estou nesta participação porque acreditei e continuo acreditando, considerando como bom colaborador do país, mesmo verificando o processo estando atualmente em anarquia, até porque, “SEM ADVOGADO NÃO HÁ JUSTIÇA”.

Não há no momento o que ficar reclamando os efeitos e sim na correição que elimine a anarquia deste novo processo que o Brasil esta colocando em desenvolvimento.

A III Conferência Mundial Contra o Racismo que o Brasil é signatário definiu:

“... Lembrar os crimes do passado e contar a verdade sobre a história são elementos essenciais para reconciliação e a criação de sociedades baseadas na justiça, na igualdade e na solidariedade...”

Portanto será preciso entender, somente os jurista poderá definir se 30% de cotas para os Advogados Negros na OAB, não vai contra o processo de igualdade, ou mesmo, seja uma forma adotada pela OAB para neutralizar que os Juristas Negros e Negra do Brasil, oficialize uma chapa.

O Dr Andre Costa comunica que em relação aos 30% de contas para Negros na OAB, apresentou a proposta para democratizar. (Continua)

É preciso ter coragem para exigir o que tem que ser feito

Negro de Santos - Empreendedor Social (Administrador)

Advogada e conselheira da OAB-GO, Valentina Jungmann 10/01/2021, comunicou no CONJUR ser autora da proposta aprovada.

Os Juristas Negros e Negra do Brasil comunicou no CONJUR em 29/12/2020, como segue:

“...A mobilização de abrangência nacional do movimento popular de juristas negras e negros seguiu fortalecida pelo apoio de 45 entidades de grande relevância social, representantes da advocacia negra, a exemplo do Instituto da Advocacia Negra Brasileira, organizações do movimento negro, como a Coalizão Negra por Direitos, e instituições mistas, jurídicas e não jurídicas. A sociedade foi conclamada a declarar que "enquanto houver racismo não haverá democracia" e ouviu o chamado, nos apoiando intensamente e, mesmo sem recursos e tempo hábil, alcançamos mais de 1,6 mil assinaturas na petição pública, que convertemos na nota técnica.
No dia 9 de dezembro encaminhamos um ofício ao CFOAB reivindicando a cobertura e transmissão da sessão plenária do Conselho Federal da OAB que discutiria paridade de gênero e equidade racial pelo canal no YouTube da OAB Nacional, em razão da não transmissão do Colégio de Presidentes que discutiu acaloradamente os temas. Requisitamos, também, naquela oportunidade, a concessão de oportunidade para que juristas negras e negros que representam as bases do sistema OAB pudessem sustentar razões e exposição dos motivos que deveriam conduzir o CFOAB ao acolhimento integral dos pleitos de paridade de gênero e cotas raciais de 30%...”.

O Dr André Costa e Advogada Valentina Jungmann , entendendo que Juristas Negros e Negras do Brasil, exercem CIDADANIA na OAB, bom paço para eliminar anarquia, Negros do Brasil, necessitam da DEFESA JURÍDICA, os advogados que estão em nossa área, em Santos, estão a serviço da perpetuação do racismo.

Doutores vinícius e luiz eduardo osse

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

"François-Dominique Toussaint Louverture (20 de maio de 1743 — 8 de abril de 1803, Forte de Joux, La Cluse-et-Mijoux, Doubs) foi o maior líder da Revolução Haitiana e, em seguida, governador de Saint Domingue, o nome do Haiti na época".
Outro líder da Revolução Haitiana, foi "Jean-Jacques Dessalines (20 de setembro de 1758 - 17 de outubro de 1806) e o primeiro governante de um Haiti independente sob a constituição de 1805. Foi o principal tenente de Toussaint Louverture .Ele ordenou o massacre de 1804 no Haiti da minoria haitiana branca, resultando na morte de entre 3.000 e 5.000 pessoas, entre fevereiro e abril de 1804. Em setembro de 1804, ele foi proclamado imperador pelos generais do Exército da Revolução Haitiana e governou nessa capacidade até ser assassinado em 1806" (Fonte Wikipédia).
Outro líder, porém, esquecido, foi "Dominique Tusan, escravo francês enviado ao Haiti.
Até Napoleão Bonaparte mandou um grande exército para "massacrar os afro-haitianos", mas Dessalines mandou ao líder corso, uma mensagem de liberdade.
A elite mundial tremeu com a Revolta do Haiti.
A corrupção no Brasil é "branca", mas quem sofre as consequências são os negros, mulatos, cafuzos e mamelucos. Existe miscigenação e o tempo arrefeceu a revolta dos negros. Infelizmente, um mulato no STF, Ministro Gilmar Ferreira Mendes, atua para defesa dos interesses dos brancos.

Que bobagem!

Afonso de Souza (Outros)

"Infelizmente, um mulato no STF, Ministro Gilmar Ferreira Mendes, atua para defesa dos interesses dos brancos."

O Brasil não se divide entre "brancos", supostamente da "elite opressora", e "negros". Pode-se dizer que GM atua para a defesa de interesses sim, mas o critério é outro.

Quais foram os resultados?

A.A.R.C. (Professor Universitário)

Note que os resultados da construção de uma sociedade racista negra no Haiti foram péssimos. Basta ver como está o país hoje e, na verdade, como esteve em toda a sua história.

Quais foram os resultados

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Em resposta ao A.A.R.C. (Professor Universitário).

Em 1789, 75% da produção de açúcar do mundo vinha do Haiti assim como grande parte da riqueza e glória da França.
Conhecido como "pérola das Antilhas" produzia também café, tabaco, cacau, algodão e índigo. A Saint-Domingue (nome dado pelos franceses, inicialmente ao Haiti) chegou a liderar a produção de cada um desses cultivos em um momento ou outro durante o século 18".
Doenças, excesso de trabalho e o sadismo dos colonizadores eram responsáveis pela maioria das mortes dos negros.
"O escritor haitiano Pompée Valentin ilustrou, em textos, o tratamento dado aos escravos nas plantações haitianas.
Em textos, ele menciona práticas de tortura, como prender os escravos em formigueiros ou áreas com mosquitos, pendurar de cabeça para baixo, crucificar, passar pelo fogo e outras práticas terrivelmente abusivas.
A elite mundial, diante do tremor que sofreu com a Revolução no Haiti, o primeiro país da América Central a se tornar independente resolveu bloquear economicamente o novo país.
Posteriormente, fez um acordo com o Haiti para que o novo país fosse reconhecido a nível internacional.
O acordo foi tão lesivo ao novo país que, somente, em 1947 foi paga pelo Haiti, depois de tomar empréstimos de Bancos alemães, americanos de franceses com juros escorchantes.
O principal não é a evolução econômica. É a liberdade que os negros conseguiram depois de anos de violência institucional.

Demagogia sem fim erra no alvo.

Vinicius D (Estudante de Direito)

O nome do problema não é "racismo", mas sim "preconceito sócioeconômico". O brasileiro tem preconceito sócioeconômico, a lá Justo Veríssimo, que dizia: "tenho horror a pobre!" "Quero que pobre se exploda!". Simples assim, meu caro; sem grandes teorias histórico-culturais, pois olhando o presente vemos que já não há mais distinção entre brancos e negro onde há miséria e ignorância. Na miséria e na ignorância do Brasil, negros e brancos (e índios), são iguais, são vistos como iguais. Pergunta pra um negro rico, jogador de futebol famoso, se onde ele vai não estendem um tapete vermelho, ou uma cadeira na ala VIP! O problema na nossa sociedade não é o racismo, mas sim o preconceito sócioeconômico.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Lembrei-me logo do texto do Demétrio Magnoli, publicado na Folha de sábado.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2021/02/eu-acuso.shtml

Isso aí está no âmbito da instrumentalização político-ideológica das causas identitárias. Sim, já chegou na OAB.

P.S. A primeira oração é das mais ridículas. Países não podem ser racistas, por definição.

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