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"Vergonha da raça"

Bia Kicis é indicada para presidir CCJ, comissão mais importante da Câmara

A deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF) foi indicada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da casa.

Will Shutter/Câmara dos DeputadosIndicada à CCJ defende intervenção militar e xinga ministros do Supremo

Bia Kicis era 1ª vice-presidente na comissão, e sua escolha ainda precisa ser votada pelos demais membros da CCJ, o que não tem previsão para ocorrer.

A escolha pegou mal, a ponto de parlamentares de vários partidos terem se juntado para articular o lançamento de uma candidatura avulsa para fazer frente à indicação da deputada, segundo informações do portal G1.

Mas não são só os políticos que resistem à nomeação.

Bia Kicis é investigada pelo Supremo Tribunal Federal por sua participação em atos antidemocráticos, que pediam o fechamento da Corte e do próprio Congresso. De sua tribuna na Câmara, defendeu intervenção militar, em clara afronta à democracia e à Constituição. Além disso, é conhecida por polemizar nas redes com pedidos de impeachment de ministros e por ter xingado Celso de Mello de "juiz de merda".

Segundo a repórter Thais Arbex, da CNN, diante das posições hostis de confronto direto da deputada, ministros procuraram interlocutores do governo para sinalizar que a indicação de Bia Kicis equivaleria a uma "declaração de guerra" ao Supremo.

Já a jornalista Mariliz Pereira Jorge, em sua coluna na Folha de S.Paulo, classificou a deputada como "vergonha da raça", dizendo que ela é um entrave ao exercício da sororidade feminina (ao lado de Carla Zambelli e Damares Alves, também bolsonaristas ferrenhas).

Diante da repercussão negativa, Arthur Lira afirmou que ele só fez a indicação, mas que a escolha cabe aos líderes dos partidos da comissão. "As comissões obedecem a proporcionalidade. E quem indica são os líderes, não o presidente da Câmara", afirmou à repórter Andreia Sadi, do G1.

A CCJ é a comissão mais importante da Câmara porque faz a análise preliminar da legalidade de todos os projetos de lei que tramitam na casa. Isso inclui avaliação de Propostas de Emenda à Constituição (PECs) e mesmo eventuais pedidos de impeachment.




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Revista Consultor Jurídico, 4 de fevereiro de 2021, 11h11

Comentários de leitores

5 comentários

Pela aprovação da pec 135/2019 voto impresso em 2022

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.
Se em qualquer quitanda na hora de efetuar o pagamento a maquininha emite de imediato, o comprovante da compra; se durante a efetivação de um depósito na rede bancária o sistema emite o comprovante, se o Senado Federal acaba de eleger em cédulas de papel, o Senador Rodrigo Pacheco,novo Presidente do Senado Federal; se até as agremiações carnavalescas, (escolas de samba), adotam a contagem dos votos impressos, na apuração pública, nos quesitos: Bateria, Samba Enredo, Harmonia, Evolução, Enredo, Alegorias e Adereços, Fantasia, Comissão de Frente, Casal Mestre Sala e Porta-Bandeira, são públicos, repito com votos impressos, sujeitos a recontagem e auditoria dos votos, por quê as agremiações políticas e algumas autoridades estão esperneando contrários ao voto impresso cujo maior objetivo é dar credibilidades internacional as nossas urnas eletrônicas?
EIS A QUESTÃO:
Ora Senhores se o Senado Federal, utilizou cédulas de papel, (sem nenhum esperneio), e elegeu hoje, (01.02.2021 o nobre Senador Rodrigo Pacheco, Presidente do Senado Federal, numa eleição secreta, sem fraude, sem nenhuma contestação, com votos apurados um a um, pelo
Por fim a PEC Nº 135 DE 2019 simplesmente consiste na votação em urnas híbridas. com impressão de cédula física e conferível pelo eleitor, a ser depositadas em urnas indevassáveis, para fins confirmação do voto bem como de auditoria, reforçando a necessidade imperiosa de que as urnas eletrônicas precisam ser auditadas em respeito ao Princípio Constitucional da moralidade ( transparência, integridade) no interesse da confiabilidade do processo eleitoral brasileiro, prevenção, detecção e combate à ocorrência de possíveis atos lesivos à sociedade.

Ccj /cd sob nova direção x o fim escravidão moderna oab

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.Peço venia" para congratular-me com a nobre Deputada BIA KICIS, pela sua eleição merecida para presidir a CCJ/Câmara dos Deputados.
Nobre Presidente da CCJ/CD, Vossa Excelência tem tudo,para colocar em pata o PL Nº832 DE 2019 E A PEC 108 DE 2019 dispondo sobre o fim da exploração dos Bel.em direito, (ADV)e a natureza jurídica dos Conselhos de Fiscalização das profissões. Há 27 anos OAB vem se aproveitando dos governos omissos covardes e corruptos para impor sua máquina de triturar sonhos e diplomas, gerando fome, desemprego, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas uma chaga social que envergonha o país dos desempregados e dos aproveitadores que lucram com a escravidão moderna da OAB moderna da OAB.
Criam-se dificuldades para colher facilidade$$.
Até agora OAB já abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa quase R$ 2.0 BILHÕES, sem nenhuma transparência, sem nenhum retorno social, sem prestar contas ao Egrégio TCU.
Depois que no último EXAME caça-níquei$ OAB/FGV serem FLAGRADAS PLAGIANDO vergonhosamente questões de outra Banca examinadora para FERRAR ainda mais seus CATIVOS e aumentar o lucro da OAB essa EXCRESCÊNCIA perdeu de vez a credibilidade e tem que ser sepultada urgente o famigerado concupiscente caça-níqueis exame da OAB.
A escravidão no Brasil foi abolida há 133 anos mas até hoje as pessoas são tratadas como coisas para delas tirarem proveitos e econômicos. Refiro-me ao trabalho análogo à de escravos a escravidão moderna da OAB.
O fim dessa EXCRESCÊNCIA o caça níqueis da OAB significa inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil CATIVOS ou escravos escravos contemporâneos da OAB.

Deputada bia kicis

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

"Beatriz Kicis Torrents de Sordi (Resende, 19 de setembro de 1961), mais conhecida como Bia Kicis é uma advogada, procuradora do Distrito Federal aposentada, ativista, youtuber e política brasileira. Declaradamente Conservadora,[1] é ativista na pauta do voto impresso, como fator de segurança jurídica para o eleitor e quanto a possibilidade de auditoria da votação. Foi eleita deputada federal pelo Distrito Federal nas eleições de 2018 pelo Partido Republicano Progressista" (Fonte Wikipédia).

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