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"Viagem Prescindível"

Negada penhora de valores da Itapemirim referente a voo na véspera de Natal

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Comentários de leitores

7 comentários

Ma-fé?

GNETO (Funcionário público)

A empresa esperou milhares de pessoas adquirirem as passagens para as festas de final de ano e resolveu fechar. Por que não fechou antes? Má-fé? Aonde foi parar todo esse dinheiro? Agora, cá entre nós, a juíza pisou na bola, em matéria de direito de consumo, a urgência está plenamente caracterizada.

Sem comentário, SÓ CHANCELO.

Bacharel em Direito e pós graduado (Assessor Técnico)

JOSÉ L S JUNIOR (Professor), você disse: "É FÁCIL ENTENDER: o governo federal(leia-se: Presidente da República e seu ministro da infraestrutura), estava apoiando...!". Exatamente, apoio o teu dito. Devo dizer mais o quê, contra o "homi" "çanto" (foi batizado no rio jordão) e "onesto"; da nova política, que iria extirpar a mamata? Que, extramente, "alterou" a CF/88, para nomeação de Min. ao STF, acrescendo a condição e status de "terrivelmente" evangélico?

Judiciário protege quem quebra contratos

Carlos A Dariani (Consultor)

O judiciário caminha sem um norte, neste caso a juiza interpreta o que é ou não urgente, esquece que há um contrato tacito de fornecimento de serviços que foi quebrado unilateralmente e a parte hiposuficiente terá que arcar com os custos de sua reposição. Curioso tentar entender, como uma juiza determina que a viagem de um casal por ser de lazer merece menos urgencia que uma de negócios.
O que deveria ser verificado é uma simples quebra de contrato em que a outra parte terá um custo adicionado para realizar, enquanto aquela que quebrou o contrato é ,de certa forma, protegida pela Justiça.
O judiciário está perdido, sem rumo

Complemento. O "papai noel" vai ajudar os passageiros...

Carlos Alvares (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Aliás, se a Itapemerim está em recuperação judicial e a Ita também (ataca-se os bens dos sócios proprietários que, não fazem parte da recuperação judicial. Jurisprudência pacífica), por se tratar se eventual, em tese, s.m.j, crime continuado, os donos devem ser presos imediatamente pelos eventuais, em tese, s.m.j, crimes contra o consumidor e a prática, em tese, a depender da análise do Paquet, crime de estelionato e apropriação indébita (neste caso, pois não irão devolver 1 centavos dos valores pagos pelos passageiros da Ita).

Santa ingenuidade do Juízo. Será que acredita em papai noel?

Carlos Alvares (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

É impressionante, como vivemos na era de magistrados que "acreditam em papai noel".

No caso em tela, acredita que a Ita (aviação da Itapemirim), irá indenizar espontaneamente, todo mundo que perdeu voos em uma época sensível como a atual logo, não precisa bloquear nenhum valor. SANTA INGENUIDADE.

Não, a Ita não irá indenizar ninguém espontaneamente e, CERTEZA que a esta altura do campeonato, já estão"limpando" as contas bancárias mas, afinal, a maioria dos magistrados, sequer pagou uma passagem de avião, antes de se tornarem magistrados. Eles, maioria dos magistrados, não sabem o que é ter de dormir dias no aeroporto pois a empresa aplicou um golpe nos passageiros. Vivemos tempos difíceis no Judiciário, com a geração "magistrados moleques" (= imaturos, sem vivência).

Talvez alguns magistrados acreditem em fada madrinha, homem aranha, liga da justiça ou hulk (não, não o jogador).

Lamentável deixar de bloquear valores. É por isto e por outros, que a mensagem que o Judiciário passa para empresas marginais é "descumpram as leis" "lesem o consumidor, pois nada iremos fazer com vcs". Cansa...

Se aqui fosse os EUA, a Itapemirim, teria que vender 20% de toda sua frota de ônibus para indenizar os coitados dos passageiros. Mas, no Brasil, parte do Judiciário acredita que o mundo é cor de rosa...

Você foi lesado? Procure o Judiciário que, provavelmente vc será lesado pela 2ª vez...

Grupo Itapemirim

Antonio SBANO (Advogado Autônomo - Civil)

Não consigo entender como a ANAC concedeu autorização para o Grupo Itapemirim operar transporte aéreo, quando já se encontrava em recuperação judicial.
Alguma coisa errada, para não dizer ILEGAL, aconteceu!
Algo houve e precisa ser apurado, com todo rigor.
Com a palavra a ANAC, a PF e o MPF!

O governo federal deu aval

JOSÉ L S JUNIOR (Professor)

É FÁCIL ENTENDER: o governo federal(leia-se: Presidente da República e seu ministro da infraestrutura), estava apoiando...!

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