Do outro lado da linha

Ouvidoria do CNJ lança canais para violência doméstica, direitos humanos e meio ambiente

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7 de agosto de 2021, 15h32

Para qualificar o atendimento para demandas e manifestações sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres, a efetivação dos direitos humanos e a tutela do meio ambiente no Poder Judiciário, a Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou nesta semana três canais próprios. Agora, esses temas terão formulários específicos, buscando qualificar as políticas judiciárias. Clique aqui para acessar.

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Segundo o conselheiro e ouvidor do CNJ, André Godinho, é papel das ouvidorias públicas democratizar o acesso. "A criação desses canais amplia a participação cidadã e dão voz a esse conjunto de direitos fundamentais", conta. "Além disso, será dado tratamento estatístico a esses dados específicos. E, assim, podemos fornecer subsídio às comissões e aos grupos de trabalhos sobre as temáticas no âmbito do CNJ."

A cada ano, cresce a quantidade de pessoas que buscam o apoio da Ouvidoria do CNJ. Em 2020, foram recebidas 26.053 manifestações — média de 2.171 relatos por mês. Em comparação a 2019, a houve aumento de 7,2% e, em comparação a 2018, de 21,5%.

A forma de comunicação mais comum com a ouvidoria é a digital, com 25.375 (97,4%) manifestações recebidas pelo sistema eletrônico de atendimento na internet e 478 (1,8%) por correio eletrônico. As demais foram por atendimento telefônico (153/0,6%), correspondência (19/ 0,07%), por ofício (14/0,05%) e pessoalmente (14/0,05%). Com informações da assessoria do CNJ.

Clique aqui para ler o relatório anual da Ouvidoria do CNJ 2020

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