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"Não temos que assumir essa pecha do ativismo judicial", avisa Fux a gestores

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Comentários de leitores

9 comentários

Ministro luiz fux

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Luiz Fux (Luís, na ortografia padrão; Rio de Janeiro, 26 de abril de 1953) é um jurista, professor universitário e magistrado brasileiro, atual ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal. Foi ministro do Tribunal Superior Eleitoral de 2014 a 2018, tendo sido presidente da corte eleitoral entre fevereiro e agosto de 2018. Exerceu também a função de ministro do Superior Tribunal de Justiça de 2001 a 2011.
Bacharel em direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1976), é doutor (2009) pela mesma universidade. Desde 1995 é professor titular de direito processual civil da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, tendo chefiado o Departamento de Direito Processual desta universidade, além de ter lecionado processo civil na Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro e direito judiciário civil na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Exerceu advocacia na Shell do Brasil de 1976 a 1978. Foi promotor de justiça do Rio de Janeiro de 1979 a 1982, ingressando, no ano seguinte, na carreira da magistratura fluminense por meio de concurso público, tendo sido juiz de direito de 1983 até 1997, quando foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em 2001, foi indicado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso ao cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça, ali permanecendo até 2011, ano em que foi indicado pela presidente Dilma Rousseff ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. É membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas desde 2008 e da Academia Brasileira de Filosofia desde 2014..." (Fonte Wikipedia).
Um descendente de semitas da melhor cepa. É um dos gênios da raça.

A mulher de césar não basta ser honesta tem de parecer hones

César Tadeu de Miranda (Engenheiro)

“IN FUX WE TRUST”
Precisa dizer mais alguma coisa???
Ok, auxílio moradia para todos brasileiros mesmo que já tenham imóvel próprio no local de trabalho; vagas preferenciais de desembargadores para os filhos e filhas. Manda que a gente mata no peito....

Transparência e Publicidade acima de tudo

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Não é porque alguns ministros de tribunais superiores se empolgam com a "audiência" e assumem comportamentos impróprios que devamos suprimir as transmissões de julgamentos. Muito pelo contrário, os ministros devem observar o decoro do cargo e as transmissões devem ser ampliadas, tanto para as primeiras instâncias quanto para a Justiça estadual, julgamentos do Tribunal do Júri, audiências de varas da fazenda pública, do Juizado Especial. A sociedade brasileira precisa entender e comprometer-se com a Justiça. com o Estado de Direito, enfim. Sem sombra de dúvida, segurança jurídica é importante, mas não para agradar ao Banco Mundial, e sim para promover a estabilidade nas relações sociais entre os cidadãos. Fico indignada quando essa "bandeira" da segurança jurídica é frequentemente levantada por setores econômicos contumazes em explorar, massacrar os cidadãos e pequenas e médias empresas, os conhecidos vilões - banqueiros e empresas transnacionais. Não me parece digno falar e segurança jurídica para promover alterações legislativas como a reforma trabalhista e a reforma da previdência, para citar só duas. Os grandes conglomerados econômicos querem a segurança de que suas "conquistas" legislativas só serão alteradas nos termos que eles quiserem. E a grande maioria da população é um joguete arremessado ao talante desses facínoras.

Calma q vem flecha

José Ribas (Advogado da União)

Basta um "deslize" tal qual o auxílio moradia q a conversa e jogada no lixo

Não pode ficar só no discurso

Joao Sergio Leal Pereira (Procurador da República de 2ª. Instância)

É alvissareira a notícia de que o atual presidente do STF, ministro Fux, pretende fazer retornar aquela figura respeitável de cortes locais e uma Corte Suprema que goze da respeitabilidade do público pelos seus exemplos. Mas isso não deve e não pode ficar apenas no discurso. Urge tormar decisões práticas de enfrentamento a esse fenômeno do protagonismo judicial experimentado pela Suprema Corte nos últimos anos. Se me permitem a ousadia, sugiro rever a questão do televisamento das sessões plenárias que, infelizmente, têm contribuído para o descrédito da instituição. No ponto, devemos seguir o exemplo da Suprema Corte americana, que não autoriza esse tipo de "reality show". Justamente, por vivermos "no limiar de uma nova revolução tecnológica", é que temos que usá-la com sabedoria, não expondo, em tempo real, as vaidades e idiossincrasias de cada ministro. Menos é mais, senhor presidente.

A transparência é benéfica

Bernardo Taves (Estudante de Direito)

A transparência das sessões é benéfica para a sociedade, que pode avaliar como os ministros pensam e como as principais decisões do país são tomadas.
Se és contra a exposição, deves ser contra também a ministros que dão entrevistas para emissoras de TV e/ou que exponham suas convicções pessoais em redes sociais.
Não há problema em a população acompanhar os julgamentos e os debates dos ministros, pelo contrário, isso fortalece a democracia.

Clube do Bolinha

Anônimo porque eu quero (Engenheiro)

E a publicidade? E a transparência? Sugiro ao nobre procurador que não gosta da transmissão do STF que vá pra Venezuela ser feliz. Lá o Chávez já acabou com isso faz tempo!

Concordo em numero e grau.

Alvaro Lepri Ribeiro (Funcionário público)

O STF precisa de menos olofotes e mais dedicação aos julgados constitucionais.

Efeito midiático negativo

Evando Euller da Cruz (Outros)

A virtualização comportamental negativa individual de alguns membros da Corte Suprema, é altamente tóxica e dissociada do maior símbolo da Nação Brasileira no seu letramento "ORDEM E PROGRESSO". A sociedade civil brasileira
é Constitucionadada com o maior bem que uma nação democrática pode ter, que é o direito de liberdade de expressão e acesso aos meios de comunicação. Contudo, uma nação que na sua maioria é desprovida culturalmente da cognição jurídica nos seus julgados. Por outro lado, abertatamente atenta aos deslizes e desserviços midiáticos protagonizados por Ministros da Suprema Corte, que não contribui positivamente na formação da opinião pública. Por fim, é relevante esclarecer que o princípio da finalidade é sob posto ao sensacionalismo negativo no cenário nacional e internacional com custos financeiros aos contribuintes e acima de tudo à moralização do país

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