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No plantão judiciário

Juiz manda soltar músico e critica reconhecimento fotográfico

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Comentários de leitores

5 comentários

Correção

Erli (Serventuário)

A decisão do magistrado foi a única correção institucional cometida no caso. Espero que o conteúdo do texto produzido pelo Dr. Nicolitt auxilie na condução do processo até a sentença final. Estou na torcida. De toda forma, temos mais um caso de racismo institucional e mais uma aula do professor, doutor, pesquisador e magistrado, André Nicolitt.

Habeas corpus

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

O remédio heroico, mais uma vez é utilizado para fazer a Justiça do caso concreto.

Responsabilidade

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Tem que responsabilizar quem fez o reconhecimento incorreto.

Simples explicações

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

O brasileiro é adepto do "racismo cordial".
Em tal modalidade de racismo, você não ataca o pele escura, mas não deixa que ele namore a sua filha.
Se um membro da classe média brasileira, girondino, branco, católico e irascível (principalmente se for descendente de espanhol ou italiano, este do sul da Itália, é assaltado por um "pele escura"), ele, na identificação, não se preocupa com os detalhes: acha que todos são iguais.

Bananolândia!

J. Henrique (Funcionário público)

Gostaria de que a polícia do RJ respondesse a pergunta do juiz: como a fotografia de alguém sem antecedentes foi parar no álbum de criminosos!? Espero que com a reforma administrativa funcionários incompetentes (não só os corruptos etc.) também sejam alvo de exoneração a bem do serviço público.
Ah!! A explicação de que traficantes deram as informações que fizeram o músico ser 'fichado' deveria se bem investigada.

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