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Retrato da magistratura

Conheça os 30 melhores artigos do primeiro concurso do CPJ/AMB

Entre 41 contribuições enviadas por magistrados de todo o país, 30 artigos científicos foram selecionados pela Associação de Magistrados Brasileiros para publicação na revista eletrônica Consultor Jurídico.

A lista final, divulgada nesta terça-feira (1º/9), é o resultado do 1º Concurso de Artigos do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ/AMB), iniciativa coordenada pelo diretor do CPJ, Ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça.

O primeiro lugar ficou com o artigo Quem somos e os precedentes que queremos: em busca de coerência, segurança jurídica e fortalecimento das instituições sob a ótica de Neil MacCormick. O texto é de autoria de Lucas Cavalcante da Silva, com coautoria de Melanie Merlin de Andrade

Em segundo lugar ficou o artigo O papel do "espelho de juízes" na formação dos magistrados brasileiros: um estudo da imagem do Judiciário à luz da deontologia da magistratura de Menezes Direito, de autoria de Clesia dos Santos Barros, e coautoria de Wilson Coimbra Lemke

Em terceiro lugar, foi premiado o artigo O futuro da Justiça: prestação jurisdicional efetiva e em tempo razoável, de Anderson Paiva Gabriel, com coautoria de Esdras Silva Pinto

Os prêmios foram bem distribuídos geograficamente pelo país: os primeiros colocados são do Amapá; os que ficaram em segundo lugar, do Espírito Santo; e o terceiro lugar coube a autores do Rio de Janeiro e Roraima.

Os três primeiros recebem o troféu "Prêmio Ministro Carlos Alberto Menezes Direito" e a gratuidade da inscrição para o XXIV Congresso Brasileiro de Magistrados, promovido pela AMB. O segundo melhor artigo será contemplado também com a hospedagem. Já o grande vencedor da primeira edição leva todos os prêmios anteriores, mais a passagem aérea. 

Os dez melhores artigos, conforme a pontuação obtida, serão publicados pela AMB em seus periódicos. Já a ConJur publicará os 30 textos com melhor qualificação.

Clique aqui para ver a classificação final dos artigos




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Revista Consultor Jurídico, 1 de setembro de 2020, 17h00

Comentários de leitores

2 comentários

Retificação

is (Bacharel - Ambiental)

Os autores do artigo vencedor são do Paraná.

Faltou premiar Artigo sobre escravidão moderna da OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Covid-19 X (ir) responsabilidade social da OAB
Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e .
COVID-19 X O LIVRE EXERCÍCIO PROFISSIONAL DOS 400 MIL CATIVOS DA OAB, jogados ao banimento.Assim como Martin Luther King" ganhador do Prêmio Nobel, I HAVE A DREAM (EU TENHO UM SONHO). O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso. (Darcy Ribeiro). Senhores membros da OIT, OEA, Tribunal Penal Internacional – TPI e ONU, foge da razoabilidade o cidadão acreditar nos governos omissos, covardes e corruptos, numa faculdade autorizada e reconhecida pelo Estado (MEC), com aval da OAB e depois de passar cinco longos anos, fazendo malabarismo, pagando altas mensalidades investindo tempo e dinheiro e depois de formado, atolado com dívidas do Fies, cheques especiais, negativado no Serasa/SPC, com o diplomas nas mãos, outorgado e chancelado pelo Estado (MEC), com o Brasão da República, ser jogado ao banimento, impedido do livre exercício da advocacia cujo título universitário habilita por um sindicato que só tem olhos para os bolsos dos seus cativos e/ou escravos contemporâneos. Onde está (ir) responsabilidade social desse governo e da própria OAB? A Carta Magna Brasileira foi bastante clara ao determinar em seu art. 170 que a ordem econômica está fundada no trabalho humano e na livre iniciativa e tem por finalidade assegurar a todos uma existência digna, conforme os ditames da justiça social, observando, entre outros, o princípio da busca pelo pleno emprego. A CF foi bastante clara ao determinar art. 170 que a ordem econômica está fundada no trabalho humano e na livre iniciativa e tem por finalidade assegurar a todos uma existência digna. BASTA OAB

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