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OAB pede que Direito Financeiro vire matéria obrigatória em cursos jurídicos

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Comentários de leitores

5 comentários

Notória especialização

Roberto Fernandes Rocha Barra Dias Moreira (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Como advogado atuante e com diversas especializações e pelas exigências do mercado cada vez mais exigente, por experiência própria durante muitos anos, o direito financeiro deve ser estudado a nível de pós-graduação, ou especialização, um MBA por exemplo, com duração de pelo menos dois anos pela sua complexidade, pois envolve economia e contabilidade, um assunto muito rico para ser tratado curticularmente em uma graduação. A matéria exige NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO e não ser tratada curricularmente em um semestre. O mercado não aceita um profissional pela metade, ou vc é muito bom ou está fora. Entendo também que é necessário reformular o curso de direito para 6 (seis) anos com prática jurídica efetiva nos dois últimos, casos concretos, processos para valer e não estágios em gabinetes refrigerados que não satisfazem o mercado muito exigente. O Notorio Saber é aqui fora na lide diária, nas Delegacias, nos Tribunais, nas Empresas, nos clientes, nas indústrias, nas fazendas, no comércio, nas importações e muito.
NOTÓRIO SABER E NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO É O QUE SE EXIGE, NADA MAIS!!!

Vergonha OAB/FGV plagiando questões p/ferrar cativos da OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Vergonha nacional OAB/FGV flagrada plagiando questões de outra Banca p/ ferrar seus cativos. Cadê o MPF? OAB Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, tx. do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níquei$ da OAB, pasme R$ 260, (um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 27 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa quase R$ 2.0 BILHÔES DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo . Fim escravidão moderna,OAB

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VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor jurista e abolicionista contemporâneo.ALÔ OIT AJUDE-NOS ABOLIR URGENTE O TRABALHO ANÁLOGO A DE ESCRAVOS, A ESCRAVIDÃO MODERNA DA OAB. É livre o exercício profissional de QUALQUER TRABALHO. (ART.5º-XIII-CF).
Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que Exame de Ordem é um monstro criado pela OAB. Disse que nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma MENTIRA afirmar que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim. Não é possível falar em didática com decoreba”, completou Vladimir Carvalho.
Omite para população as verdades. Assegura o art. 5º inciso XIII da Constituição diz: "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. E o que diz a lei sobre qualificações profissionais? A resposta censurada pela imprensa marrom, está no art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais) "Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de advogado conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas. A palavra advogado é derivada do latim, advocatus. Segundo o dicionário Aurélio, Advogado é o "Bacharel em direito legalmente habilitado a advogar, i. e., a prestar assistência profissional a terceiros em assunto jurídico, defendendo-lhes os interesses, ou como consultor, ou como procurador em juízo”. CHEGA DE EXPLORAÇÃO. FIM DO CAÇA-NÍQUEI$ EXAME DA OAB, uma chaga social que envergonha o país.

OAB gosta de meter o bedelho em tudo.Fim escravidão moderna

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo. Ficaria imensamente feliz se o CONJUR pudesse veicular o Artigo da minha lavra: Salve os 32 anos da Lex Mater X 27 anos de escravidão moderna da OAB, : disponível: https://www.gentedeopiniao.com.br/opiniao/salve-os-32-anos-da-lex-mater-x-27-anos-de-escravidao-moderna-da-oab
Seria de bom alvitre OAB em respeito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana, ao livre exercício profissional de QUALQUER TRABALHO (art.5ºX-III, insculpido em nossa Carta Magna e da Declaração Universal dos Direitos Humanos, abolir de vez o trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna d OAB, com um pedido de desculpas para cerca de 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado MEC jogados ao banimento num verdadeiro desrespeito a dignidade da pessoa humana. Pare de tratar os advogados como (res) coisas para deles tirarem proveitos econômicos. Tudo isso agora depois que OAB/FGV foram flagradas, pasme, PLAGIANDO, questões de outra banca examinadora, para ferrar ainda mais os seus cativos e aumentar o lucro desse sindicato. Segundo o Eg. STF, “A escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (...) “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo fere, acima de tudo, o princípio da dignidade humana, despojando-o de todos os valores ético-sociais, transformando-o em res, no sentido concebido pelos romanos” .

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