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4 comentários

Um estado burguês dentro do estado brasileiro

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

A República de Curitiba, formada pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região angariou muito poder e influenciou os destinos da Nação, com a interferência norte-americana.
Conseguiram os burgueses sulistas impedir a participação do ex-presidente Lula, nordestino, nas eleições, pois ele seria vitorioso, junto com o PT. Os norte-americanos, que não ficaram empolgados com autonomia do Brasil durante os governos petistas. Aliás, o apresentador José Luiz Datena, da Rede Bandeirantes, disse em um de seus programas que o Brasil não pode se submeter ao Império norte-americano e, também, não pode ser inimigo, em crítica à submissão do Presidente Jair Messias Bolsonaro. A atuação do Brasil no exterior chega a ser patética.
Aquele outdoor pago por um órgão do Ministério Público Federal é mais veemente prova de os seus membros quererem "as luzes da ribalta", comportando-se como adolescentes.
O brasileiro tem um caráter coletivo de adolescente, o norte-americano, de um homem adulto, e o europeu, de um homem idoso.
Isso explica, em parte, porque o Brasil é um país inviável.
Nem mesmo a sua elite, juízes e promotores comportam-se como um norte-americano.
Para quem quer conhecer o Brasil, aconselho a película "CRONICAMENTE INVIÁVEL", de Sérgio Bianchi (https://www.youtube.com/watch?v=5UR5Lm8A1Sg).

Impassível!

Joro (Advogado Autônomo)

E o Tribunal a que se acham vinculados os ativos personagens a tudo assiste sem esboçar qualquer reação? Queda-se indiferente às práticas vergastadas pelo Ministro da Suprema Corte?
Quem estará com a razão? É verdade ou ficção?
Poderia a tal "Força" se ver chancelada nesses expedientes, nos abusos das "delações forçadas" e até nos recortes, cópias e colas?...

Sério isso?

acsgomes (Outros)

1) Desde quando pode-se abrir qualquer processo investigatório baseado em "provas" (sem a devida perícia) obtidas ilegalmente? Gilmar Mendes sabe muito bem disso e está jogando para a platéia anti Lava Jato.
2) Até parece que alguns ministros do STF não tentaram influenciar na escolha do sucessor do Celso de Mello

É preciso pôr fim ao "aha, uhu...\"

olhovivo (Outros)

Pois é, um servidor que deveria ser "fiscal da lei" resolveu que poderia - e conseguiu parcialmente, diga-se - ter parceiros fiéis no STF além do juiz de primeiro grau, gerir R$2 bilhões, provocar o impeachment de ministros do STF, confrontar o PGR, além de outras peripécias e de falar com o espelho... como se tudo isso fosse normal num país que, em tese, deveria ser regido pelo estado democrático de direito. Aqui na Banânia o rabo tenta abanar o cachorro e o pior é que às vezes consegue.

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