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Tributarista diz que imposto sobre fortuna pode estimular êxodo de brasileiros

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Comentários de leitores

4 comentários

A historia é sempre a mesma

PCMD (Administrador)

Basta um pouco de leitura, historia e informação para saber que é exatamente isso que ocorre, nao importas o pais, o exodo é real, a alguns anos nos eua tentou-se a mesma pratica, as grandes fortunas começaram a deixar o pais, obvio que a ideia foi posta imediatamente de lado, e nao só nos eua, em qualquer lugar que se foi cogitada tal manobra o resultado é sempre o mesmo, é bem simples realmente...basta uma boa procura e leitura para se aprender com o erro dos outros.

Sempre o mesmo terrorismo

Alexandre (Advogado Assalariado)

Impressionante, sempre a mesmo argumento de que as fortunas vão fugir do país se o IGF for instituído.

Poxa articulista, quer dizer que patrimônio acumulado igual à capital investido? Uma coisa é o milionário tirar o patrimônio acumulado dele daqui, patrimônio esse que não gera riqueza pra ninguém exceto ele. Outra coisa é a retirada do capital investido, o que eu duvido que eles fariam mesmo com IGF.

Bitributação.

Marcelo-Advogado (Advogado Autônomo - Consumidor)

Dr. Alexandre. Pelo que entendi, a instituição do IGF implicaria bitributação lógica, ainda que a lei contenha fato gerador, hipótese de incidência, etc... própria. Isso porque as grandes fortunas são resultantes de renda ou patrimônio já tributado (v.g., um filho que recebe patrimônio vultuoso, pagará ITCMD e, posteriormente, por se tornar milionário em razão da transmissão dos bens, pagará novo imposto sobre o patrimônio incorporado). Não sou contra quem ganha mais pagar mais, mas há outros meios de resolver a questão do equilíbrio financeiro do Estado. Algumas delas é estancar a corrupção, acabar com quota parlamentar para eleições, diminuir o número de deputados e senadores, acabar com estatais que são cabides de emprego, determinar à administração pública o cumprimento dos princípio da eficiência, e tudo mais que já estamos cansado de saber.

Ok, que não seja bitributação

Alexandre (Advogado Assalariado)

Prezado Marcelo, concordo, termos técnicos, e bitributação. Mas, como vc apontou, é possível resolver isso. Chama de IR-GF e coloca mais uma faixa de alíquota mais pesada a partir de uma determinada renda.

A minha crítica ao articulista é com relação ao mérito da coisa, já que ele acha que não haveria espaço para esse tipo de taxação pq ela "afugentaria" as fortunas.

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