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Legítima defesa

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Diz o texto: "Assistir às imagens da barbárie — o espancamento até a morte de um homem preto por dois brancos, testemunhadas por olhos e câmeras que tudo registraram, mas não impediram o desfecho fatal — demonstra o quanto está impregnada de racismo a sociedade em que vivemos. O episódio extrapola a discriminação racial intrínseca na formação brasileira pelos 350 anos de escravização de milhões de africanos pretos, e dos povos indígenas nativos. É mais uma confirmação da trágica banalização do mal, como no dizer de Hanna Arendt, que desta feita surge na atuação de dois guardas de seguranças de um supermercado, como se estivessem corriqueiramente cumprindo seus deveres, incluindo como tal o homicídio triplamente qualificado de uma pessoa negra".

O fato deve ser investigado.
Existem várias versões.
Uma, é a de que a vítima agrediu, com gestos, uma funcionária do Supermercado, e ela, pediu a presença de seguranças.
Um dos seguranças, durante o acompanhamento foi agredido pela vítima, e eles reagiram, de forma desproporcional à agressão (excesso de legítima defesa).
Existem momentos em que não há como exigir do ofendido, no momento da agressão, um comportamento moderado, pois a emoção interfere, de forma negativa, no inconsciente humano.
Outra versão é a da própria esposa da vítima, a qual falou que ele, apenas "brincou" com a funcionária.
Não se pode aceitar que foi brincadeira, porque a funcionária convocou os seguranças.

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