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Comentários de leitores

11 comentários

Parabéns pelo excelente texto.

Machusi (Outros)

A colocação feita na matéria está perfeita em relação ao que ao se propõe.
Pena que os comentários não se atenham a discutir os pontos ali elucidados.
Obrigado Dra. Nina Teles.
Precisamos da continuidade dos bons trabalhos apresentados neste Site, não obstante, via de regra, os pertinentes comentários desassociados do texto, vez por outra até agressivos.

Advogado

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

O advogado do acusado deve ter recebido "polpudos honorários" e precisava "mostrar serviço ao cliente".
Infelizmente, parte da advocacia adota esse tipo de comportamento.

Bom advogado

Edson Lustosa (Jornalista)

De fato, infelizmente apenas uma parte dos advogados age assim. O ideal seria que todos os advogados tivessem e fizessem jus a polpudos honorários; Advogado de defesa é pra defender.

Absolvam os pedofilos pois eles não sabiam da vulnerabilidad

EGP (Outros)

Os operadores do direito e da justiça, segundo a tese do texto, não teriam condições de condenar um pedófilo, caso o pedófilo alegue que não sabia que a vitima ainda não havia completado idade suficiente para ter relações sexuais com adultos. Afinal, não tem como saber que uma "novinha" tem 17 ou 14 anos, né.

Se fosse um estudiosos minimamente sério do Direito

João B. (Advogado Autônomo)

e não um palpiteiro, saberia que, sim, se aplica o erro de tipo ao crime de estupro de vulnerável quando, devido à compleição avançada da vítima, o réu tinha razões para crer que se tratava de adolescente maior de 14 anos, e relações com maior de 14 anos é lícita, pois entende-se válido seu consentimento.

É só pedir o documento

Edson Lustosa (Jornalista)

De fato é uma excelente tese de defesa. Mas a dúvida sobre tal vulnerabilidade é fácil de ser resolvida olhando-se o documento. Se a menor de idade apresentar um documento falso convincente a um homem médio, de fato cabe tal alegação à defesa.

Estupro culposo não existe

EGP (Outros)

O que a gente esta a afirmar quando diz que estupro culposo não existe é justamente que a vulnerabilidade da vitima precisa ser levada em conta independente de se provar que o réu tinha consciência disso. É justamente a mentalidade machista e misógina de muitos homens (e algumas mulheres) de argumentar que a mulher abusada estava pedindo para ter relações sexuais. O homem estuprador sempre vai dizer que a vitima o seduziu, que ele não percebeu que ela estava vulnerável. Essa argumentação dos "técnicos" do direito que foi apresentada no texto demonstra como a mulher será sempre taxada de vadia pelo direito e pela justiça, enquanto o homem abusador recebe a graça da dúvida. Todo adulto sabe muito bem quando o sexo é consentido e quando não é. Se o abusador não consegue entender isso então ele precisa ser condenado do mesmo jeito, pois ele vai continuar abusando de mulheres alegando que não sabia da vulnerabilidade.

Taxada??

Edson Lustosa (Jornalista)

Não seria 'tachada'?

Parabéns!!

Gabriel Quireza (Servidor)

Finalmente uma análise lúcida, de alguém que de fato leu as peças processuais disponíveis e assistiu o vídeo da audiência.

Olhar sobre o Promotor e o Juiz

Noely Francisca Pereira (Engenheiro)

Não sou da área jurídica e não li o processo. Porém, assisti à forma grosseira e humilhante que o advogado expôs a suposta vitma. Por que o Juiz permitiu tal linchamento? É normal este tipo de comportamento? Caberia penalidade ao advogado e consequentemente ao Juiz por ter permitido o linchamento? Se não haviam provas a consequencia direta seria absolvição, ou não? O linchamento foi necessário para absolver o reu?

Parabéns pelo texto

Schneider L. (Servidor)

Foi o primeiro artigo técnico e imparcial que li neste blog aqui

Parabéns pela articulista, não foram poucos os juristas que optaram pelo vexame ao escrever sobre esse caso, desconhecendo premissas básicas sobre as provas constantes nele e sobre a sentença que já está disponível e facilmente acessível.

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